De família: Claudio Winck quer seguir passos do tio

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Lateral-direito e destaque das categorias de base do Internacional, Claudio Winck tem o futebol no sangue da família. Sobrinho de Luís Carlos Winck - que conquistou duas medalhas de prata pela Seleção Brasileira olímpica -, o jogador quer seguir os passes do tio e ter sucesso com a amarelinha. O caminho para isso já começou ao defender a Seleção sub-17.
- Sempre gostei de futebol e conversei com meu tio. Ele me dá força e dicas do que é preciso fazer. Ele foi um grande jogador e me pede para dar o máximo e a cada dia mostrar mais - disse Claudio, ao LANCE!NET, explicando que jogar na mesma posição do tio não foi algo forçado:
- É apenas coincidência. Eu comecei de meia, mas me pediram para jogar na lateral direita e eu aceitei. Deu certo e foi assim que cheguei à Seleção. Agora, penso em Olimpíada e Copa.
Com apenas 17 anos, Claudio já experimentou a maior rivalidade do Rio Grande do Sul: a Gre-Nal.
- Comecei na escolinha e surgiu a chance de ir para um clube grande que foi o Grêmio. Fiquei cinco anos lá e depois o Inter me comprou. É a maior rivalidade do país. Quando fui para o Inter teve até polêmica, pois eu estava bem no Grêmio e eles me contrataram - comentou o jogador, que arrisca dizer que o Colorado está à frente nas questões da base:
- Acredito que são duas das melhores categorias de base. Mas o Inter está um pouco à frente na questão de estrutura.
Os ídolos
Apesar de ter na família muitos exemplos e ídolos do futebol, Claudio Winck também admira outros jogadores. Ele contou ao LANCE!NET quais são. Alguns deles estão muito próximos:
- Hoje meu maior ídolo é o Cristiano Ronaldo, que é um cara exemplar. Mas, no Inter mesmo, sempre vejo os jogos para ver o Damião e o Oscar jogando. São dois guris exemplares.
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