Corinthians: Dérbi com cenário diferente do primeiro de 2011
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O técnico Tite e os jogadores do Corinthians voltam a enfrentar o Palmeiras no próximo domingo, às 16h, em Presidente Prudente. Sem dúvida, em condições completamente diferentes daquela enfrentada no último dia 6/2.
Na ocasião, o ambiente no CT Joaquim Grava era péssimo. Para muitos, o pior desde o rebaixamento em 2007. Se hoje a equipe é líder do Brasileirão, com uma semana inteira para treinamentos, destaques individuais e entrosamento entre os titulares, a situação há cerca de sete meses beirava o caos.
O Timão foi ao Pacaembu para enfrentar seu arquirrival três dias depois de ser eliminado na primeira fase da Libertadores, para o desconhecido Tolima (COL). Nem mesmo as presenças de Ronaldo e Roberto Carlos foram suficientes para evitar uma das páginas mais vergonhosas.
O que se viu após a equipe sucumbir na competição colombiana foi uma sequência de protestos da torcida, muitos deles violentos. Muros pixados, carros danificados, recepção com pedras e pau no CT, xingamentos pelas redes sociais...violência!
– A gente chegou a ser proibido pela polícia de treinar, para evitar maiores problemas. Foi complicado passar por aqueles dias – afirmou o zagueiro Leandro Castán, ao LANCENET!.
Não havia um único jogador tranquilo. No estádio, um efetivo policial inédito, com mais homens do que ocorre normalmente. Precaução contra mais atos de vandalismo. Dentro de campo, a equipe tirou forças de onde não se esperava e, após Julio Cesar parar o ataque palmeirense, Alessandro fez aquele que seria o gol da vitória, no fim do jogo.
– Aquela vitória acalmou e nos colocou no trilho. Agora, chegaremos bem melhores. Não há dúvida...– completou o camisa 4 do Timão.
As diferenças
O ambiente
Em fevereiro, equipe era pressionada pela torcida de forma muito forte. Agora, apesar da turbulência pelos resultados não muito bons, a ponta do Brasileirão mantém a tranquilidade.
A equipe
Neste momento, o Corinthians tem uma das equipes mais fortes do BR-11, além de jogadores para decidir, como Liedson. No Paulista, R9 e Roberto Carlos estavam de saída. A equipe estava no início da reformulação.
Tite
Seu cargo estava por um fio. Se perdesse para o Palmeiras, diretoria não teria como segurá-lo. Agora, treinador é líder da competição...
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