Ao contrário de 2011, agora é o Galo que tem que correr atrás no clássico
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No clássico mineiro de 2011, os torcedores do Atlético-MG estavam animados com a possibilidade de rebaixar o Cruzeiro, tendo nessa chance o único objetivo no jogo, uma vez que o time havia escapado da segundona na rodada anterior à última do Brasileirão.
Porém, no novo reencontro que fechará o ano para os dois times mineiros, o contexto do dérbi irá se inverter. Desta vez, é o Cruzeiro que entrará no clássico sem ter ambição nenhuma, a não ser atrapalhar a vida do rival, impedindo que o Galo vá diretamente para a fase de grupos da Copa Libertadores da América em 2013.
O zagueiro e capitão Réver, que esteve em campo nos 6 a 1, terá a chance de apagar aquele jogo da memória do torcedor, liderando a zaga para uma apresentação sem apagões, como foi em 2011.
– A gente ficou chateado com a coisa que dificilmente irá acontecer novamente, aconteceu contra a gente. Não digo vingança, se a gente entrar com espírito de vingança, vamos dar armas para o adversário, mas temos de respeitar e lutar. Se lutar do início ao final e vencer, o torcedor vai sair de campo feliz. E a virada do Galo sobre o Botafogo foi quem dará ao clássico mineiro o mesmo status de 2011, com a rivalidade de sempre e o acréscimo da decisão do segundo lugar.
– Não estava valendo nada nem Gre-Nal e nem o nosso. Agora está valendo muito os dois jogos – afirmou o técnico Cuca, que já sabe o que fazer para evitar a distração que o Atlético apresentou na goleada histórica do ano passado:
– (Em 2011) não tivemos uma preparação adequada para o jogo contra o Cruzeiro. Agora, temos de nos preparar bem para jogar contra o Cruzeiro, que é o nosso maior adversário, que é uma boa equipe e com nosso mando a gente fica mais fortalecido – completou Cuca.
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