Confiança é a arma principal do handebol feminino para os Jogos Olímpicos
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A seleção feminina de handebol chegou hoje na Vila Olímpica cheia de confiança por conta dos resultados mostrados na preparação, como vitórias contra Rússia, Suécia e Croácia, adversária de estreia nos Jogos. Quinta colocada no Mundial de 2011, algo inédito para o esporte, o time espera superar o nono lugar de Pequim-2008.
A evolução da equipe, que durante muito tempo não figurava entre as potências do esporte, começa nos clubes. Das 14 atletas convocadas, 13 atuam na Europa, enfrentando os melhores times do mundo e disputando os torneios mais equilibrados da modalidade. Além disso, desde 2005 a equipe é treinada por técnicos estrangeiros, e de países com tradição no esporte. Entre 2005 e 2008 foi comandada pelo espenhol Juan Oliver Coronado, e desde 2009 a função está com o dinamarquês Morten Soubak.
Pivô da seleção desde 2003, Dara confirma a teoria de que a ida de atletas para jogar no Velho Continente e a vinda de treinadores de fora foram fundamentais para a projeção internacional do Brasil no handebol.
- O fato de grande parte das atletas jogar fora do país, junto com o trabalho do Morten, é o principal motivo da a nossa evolução - disse.
Mesmo com a falta de tradição da modalidade no país, a jogadora afirma que o time vai jogar de igual para igual com as adversárias europeias, inclusive buscar um lugar no pódio.
- É claro que não somos as favoritas. Não temos a mesma história do que as europeias, mas ninguém veio aqui apenas para participar. Acho que temos chance e vamos brigar por uma medalha - afirmou.
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