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CBB faz nova proposta de parcelamento da dívida, e Fiba adia novamente definição de vaga olímpica


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Foi adiada mais uma vez a decisão sobre o convite às Seleções Brasileiras masculina e feminina de basquete para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Em reunião, na manhã deste sábado, em Toronto (CAN), a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) fez uma nova proposta à Fiba para o parcelamento, e pagamento, de sua dívida. A decisão agora deve sair entre 7 a 9 de agosto após uma reunião do Comitê Executivo da entidade, em Tóquio (JAP).

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Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Carlos Nunes, a quantia viria de uma empresa da iniciativa privada. Inicialmente, a dívida era de US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,9 milhões), mas segundo o dirigente uma parte já teria sido quitada. Ele não entrou em detalhes sobre o valor acordado, mas disse que gira em torno de US$ 800 mil (cerca de R$ 2,5 milhões).

Participaram do encontro em um hotel na cidade canadense Nunes, o mandatário da Fiba, o argentino Horacio Muratore, o secretário-geral da Fiba, Patrick Baumann, além do presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, e o chefe da delegação brasileira, Bernard Rajzman.

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- A Confederação Brasileira de Basquete apresentou uma proposta muito boa à Fiba. A Fiba considerou muito boa e disse que está analisando, e que vai decidir na reunião do Conselho – afirmou Nuzman.

Carlos Nunes, presidente da CBB, estave na reunião com a Fiba, em Toronto (Foto: Ari Ferreira)

Além de um novo pedido de parcelamento do valor devido, outro trunfo foi a apresentação de cartas de jogadores da Seleção Brasileira demonstrando o interesse em participar dos Jogos Olímpicos. Segundo os dirigentes, Anderson Varejão, Marcelinho Huertas e Guilherme Giovanoni foram alguns a mandarem seus comunicados.

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Inicialmente, a CBB tinha até o dia 31 de julho para pagar a dívida. Em um primeiro momento, a entidade fez uma proposta de parcelamento não aceita pela Fiba. Agora, a situação é outra.

- Fizemos uma proposta dentro das nossas possibilidades. Quem vai pagar, não posso dizer pela confidencialidade. É da iniciativa privada. Pode ser uma nova empresa. A princípio, vai ser parcelado – afirmou Nunes.

Vai melhorar?

A dívida com a Fiba não é a única da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Em seu balanço patrimonial em relação ao ano de 2014, a entidade aparece com uma dívida de R$ 13 milhões. E para conter o crescimento das despesas, o presidente da entidade, Carlos Nunes, garante estar próximo de fechar um novo patrocínio.

- Está bastante andado com o Correios. Quando eu voltar para o Brasil, vamos lidar com essa outra parte – declarou o dirigente.

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