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Barcos, atacante 'nada comum', quer rir só com gols

Aniversário do Adriano (Foto: Divulgação/Agência Corinthians)
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Dia 28/10/2015
04:56

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Barcos tem apenas dois jogos com a camisa do Palmeiras, um único como titular. Fez um gol e, aos poucos, vai se "apresentando" ao torcedor dentro de campo. Fora das quatro linhas, no entanto, o camisa 29 já chama atenção pelo comportamento que foge aos "padrões".

Solícito com a imprensa, apesar dos últimos palavões, tem um discurso sério. O argentino não gosta de brincadeiras. Fã de economia e matemática, procura mostrar concentraçao no objetivo de ser campeão e fazer gols com a camisa do Verdão. A meta para 2012 é, no mínimo, igualar 2011 pela LDU (EQU): 27 bolas na rede.

Desconhecido no Brasil, não é à toa que Barcos chamou atenção e curiosidade do torcedor desde a sua contratação, em janeiro. Antes do acerto, atendeu ao LNET! e à imprensa quase que diariamente, por telefone, dando detalhes da negociação, algo incomum entre jogadores brasileiros.

Mas a liberdade se limita às entrevistas. Na última quinta, xingou um repórter da TV Globo que lhe mostrou fotos de Zé Ramalho, em brincadeira feita com o colega Maikon Leite.

Barcos recebe apelido e xinga repórter


Ao LNET!, na semana passada, se recusou a posar para um foto com 'tapa olho' de Pirata, seu legítimo apelido.

- Não sou palhaço - afirmou Barcos, que recebeu a reportagem em seu prédio. Na mesma entrevista, se revelou leitor do economista Adam Smith e fã de números.

Dentro da Academia, o argentino vai se enturmando com os companheiros. Ele rejeita e se irrita com apelidos (Pedro de Lara, Marquito, foram outros), mas já mostra ser querido. No último sábado, em campo, foi abraçado pela maioria e esteve em todas comemorações de gols.

- Maikon Leite é um dos mais que brincam comigo. Mas é um bom menino e está fazendo tudo o que o técnico pede. Com isso, ele me ajuda muito - afirmou Barcos.

Sem piadas. Até mesmo o vice Roberto Frizzo já desagradou o argentino com brincadeiras. Durante a negociação, o dirigente mentiu sobre o interesse e disse que o Palmeiras não era Marina para ter barcos. O camisa 29 não gostou e contou que foi visto como mentiroso no Equador. A saia justa foi contornada depois do acerto.

- Hoje, Frizzo tem me ajudado muito aqui no Palmeiras - comentou.

Otimismo, para jogar, não falta. O passado turbulento do Verdão, que ele não viveu, pouco interessam.

- Todos estão felizes por estarmos num bom momento. Não vivi os maus que aconteceram antes. Creio que iremos para um bom caminho, objetivo. É muito lindo. Cheguei há pouco tempo e os torcedores já me reconhecem. Quero dar alegrias, que é o que necessitam - disse.

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