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Baixada ou capital? Santos vende só 3 mil ingressos para jogo contra a Ponte

Dia 21/10/2015
18:14
Atualizado em 01/03/2016
00:19

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A volta do Santos ao Pacaembu, sua segunda casa, após seis meses, deve reacender o debate entre defensores e opositores à maior realização de partidas do clube na capital paulista. Isso porque neste sábado, contra a Ponte Preta, às 21h (com transmissão em tempo real L!Net)  o time deve contar com pouquíssimo apoio da torcida. Até ontem, 2.988 ingressos foram vendidos, e a expectativa é de público menor que 10 mil nesta noite.

A má fase do time, o horário do duelo e o fato de ser feriado nacional – Dia de Nossa Senhora Aparecida –  são fatores apontados para justificar a pequena procura por bilhetes. No entanto, vale lembrar que desde a final do Paulistão do ano passado, contra o Guarani, a equipe não tem tido bons públicos na capital. Não lotou o Pacaembu na decisão da Recopa, em setembro de 2012, e dentre os quatro jogos que fez em São Paulo em 2013 teve a melhor ocupação no duelo contra o Paulista, na primeira fase do Estadual (cerca de 18 mil pessoas ao Paulo Machado de Carvalho). Nem mesmo no clássico contra o Corinthians, no Morumbi, a torcida alvinegra compareceu – 17 mil.

– Muita gente viajou e o jogo é muito tarde. Esperamos pouco público, mas nem por isso deixaremos de mandar mais jogos na capital esse ano – declarou o gerente de marketing santista, Fernando Montanha.

Para esta temporada, estão previstos os jogos contra Cruzeiro (32 rodada do Brasileiro), Bahia (34) e Fluminense (36) para o Pacaembu.

Ano que vem, com as inaugurações da Arena Corinthians e do Allianz Parque, o Peixe deve mandar ainda mais partidas no Paulo Machado de Carvalho. Mais do que isso, é grande a  chance de o Alvinegro participar de licitação para administrar o estádio por cerca de 25 anos.

– Temos projetos, mas não podemos falar nada por enquanto, porque o edital nem foi lançado. Por ser o único grande paulista a ficar sem uma arena, é claro que estaremos mais atentos – falou Montanha, que garante que a ausência de torcida esta noite não influenciará na escolha da nova casa ou na definição do número de jogos na capital no futuro.

No entanto, mesmo com um público pífio esta noite, a expectativa é de que a média da Vila Belmiro, 7.920 pessoas por jogo, seja superada.

Em campo, o time precisará superar um jejum para alegrar a pequena torcida presente. Em jogos oficias na capital este ano, o Peixe não conseguiu vencer: perdeu para o Paulista por 3 a 1 e empatou com Corinthians (0 a 0 ) e São Caetano (1 a 1). O único triunfo foi no amistoso contra o Barueri, em janeiro: goleada de 4 a 0.

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Com a palavra: Fernando Montanha, gerente de marketing do Santos

É claro que o Santos é da cidade de Santos, mas temos de atender nosso torcedor, que está em grande número na capital e na região metropolitana de São Paulo. Temos de procurar dosar. Esse ano tivemos até poucos jogos no Pacaembu ou Morumbi.

Não podemos nos basear pela baixa procura de ingressos para esse jogo. Tradicionalmente, temos mais público no Pacaembu do que na Vila Belmiro. Isso não vai influenciar nos próximos mandos e até na escolha do novo estádio.

Vila Belmiro faz aniversário

Ao escolher mandar o duelo deste sábado, contra a Ponte, no Pacaembu, o Peixe abriu mão de jogar na Vila Belmiro na data do aniversário de 97 anos do estádio. A inauguração ocorreu em 12 de outubro de 1916, mas sem jogo por causa das chuvas. O estádio teria sido inaugurado em agosto, mas a morte de um dirigente adiou a festa. O primeiro jogo no local foi em 22 de outubro.

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Clube faz ações para atrair crianças

A fim de aumentar a procura por ingressos, o Santos preparou algumas ações voltadas ao público infantil para o jogo deste sábado, no Dia das Crianças. Menores de 12 anos, que por lei municipal entram de graça no estádio, ganharão um copo de refrigerante e um lanche.

Os tíquetes serão entregues nas catracas de acesso ao Pacaembu.

Além disso, 250 crianças entrarão em campo com a equipe. Quem tiver interesse precisa enviar um email para [email protected], com nome completo e RG da criança e do responsável que irá buscá-la na saída do gramado.

– A gente preparou algumas coisas para o público infantil e as famílias em geral. Mas sabemos que o horário afasta um pouco este público – disse Fernando Montanha.

Durante a semana, jogadores como Edu Dracena e e Aranha convocaram a torcida para o duelo contra a Ponte. Sem resultado...

O pior público do Santos como mandante este ano foi contra o Mirassol, na primeira fase do Paulista: 3.476 pagantes na Vila Belmiro.

A volta do Santos ao Pacaembu, sua segunda casa, após seis meses, deve reacender o debate entre defensores e opositores à maior realização de partidas do clube na capital paulista. Isso porque neste sábado, contra a Ponte Preta, às 21h (com transmissão em tempo real L!Net)  o time deve contar com pouquíssimo apoio da torcida. Até ontem, 2.988 ingressos foram vendidos, e a expectativa é de público menor que 10 mil nesta noite.

A má fase do time, o horário do duelo e o fato de ser feriado nacional – Dia de Nossa Senhora Aparecida –  são fatores apontados para justificar a pequena procura por bilhetes. No entanto, vale lembrar que desde a final do Paulistão do ano passado, contra o Guarani, a equipe não tem tido bons públicos na capital. Não lotou o Pacaembu na decisão da Recopa, em setembro de 2012, e dentre os quatro jogos que fez em São Paulo em 2013 teve a melhor ocupação no duelo contra o Paulista, na primeira fase do Estadual (cerca de 18 mil pessoas ao Paulo Machado de Carvalho). Nem mesmo no clássico contra o Corinthians, no Morumbi, a torcida alvinegra compareceu – 17 mil.

– Muita gente viajou e o jogo é muito tarde. Esperamos pouco público, mas nem por isso deixaremos de mandar mais jogos na capital esse ano – declarou o gerente de marketing santista, Fernando Montanha.

Para esta temporada, estão previstos os jogos contra Cruzeiro (32 rodada do Brasileiro), Bahia (34) e Fluminense (36) para o Pacaembu.

Ano que vem, com as inaugurações da Arena Corinthians e do Allianz Parque, o Peixe deve mandar ainda mais partidas no Paulo Machado de Carvalho. Mais do que isso, é grande a  chance de o Alvinegro participar de licitação para administrar o estádio por cerca de 25 anos.

– Temos projetos, mas não podemos falar nada por enquanto, porque o edital nem foi lançado. Por ser o único grande paulista a ficar sem uma arena, é claro que estaremos mais atentos – falou Montanha, que garante que a ausência de torcida esta noite não influenciará na escolha da nova casa ou na definição do número de jogos na capital no futuro.

No entanto, mesmo com um público pífio esta noite, a expectativa é de que a média da Vila Belmiro, 7.920 pessoas por jogo, seja superada.

Em campo, o time precisará superar um jejum para alegrar a pequena torcida presente. Em jogos oficias na capital este ano, o Peixe não conseguiu vencer: perdeu para o Paulista por 3 a 1 e empatou com Corinthians (0 a 0 ) e São Caetano (1 a 1). O único triunfo foi no amistoso contra o Barueri, em janeiro: goleada de 4 a 0.

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Com a palavra: Fernando Montanha, gerente de marketing do Santos

É claro que o Santos é da cidade de Santos, mas temos de atender nosso torcedor, que está em grande número na capital e na região metropolitana de São Paulo. Temos de procurar dosar. Esse ano tivemos até poucos jogos no Pacaembu ou Morumbi.

Não podemos nos basear pela baixa procura de ingressos para esse jogo. Tradicionalmente, temos mais público no Pacaembu do que na Vila Belmiro. Isso não vai influenciar nos próximos mandos e até na escolha do novo estádio.

Vila Belmiro faz aniversário

Ao escolher mandar o duelo deste sábado, contra a Ponte, no Pacaembu, o Peixe abriu mão de jogar na Vila Belmiro na data do aniversário de 97 anos do estádio. A inauguração ocorreu em 12 de outubro de 1916, mas sem jogo por causa das chuvas. O estádio teria sido inaugurado em agosto, mas a morte de um dirigente adiou a festa. O primeiro jogo no local foi em 22 de outubro.

Clube faz ações para atrair crianças

A fim de aumentar a procura por ingressos, o Santos preparou algumas ações voltadas ao público infantil para o jogo deste sábado, no Dia das Crianças. Menores de 12 anos, que por lei municipal entram de graça no estádio, ganharão um copo de refrigerante e um lanche.

Os tíquetes serão entregues nas catracas de acesso ao Pacaembu.

Além disso, 250 crianças entrarão em campo com a equipe. Quem tiver interesse precisa enviar um email para [email protected], com nome completo e RG da criança e do responsável que irá buscá-la na saída do gramado.

– A gente preparou algumas coisas para o público infantil e as famílias em geral. Mas sabemos que o horário afasta um pouco este público – disse Fernando Montanha.

Durante a semana, jogadores como Edu Dracena e e Aranha convocaram a torcida para o duelo contra a Ponte. Sem resultado...

O pior público do Santos como mandante este ano foi contra o Mirassol, na primeira fase do Paulista: 3.476 pagantes na Vila Belmiro.

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