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Atacante da Seleção Brasileira não quer voltar a ser Givanildo

Dia 01/03/2016
01:03

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As vaias no Maracanã durante o amistoso da Seleção Brasileira não deixaram Hulk nervoso. Ao contrário do super-herói que inspirou seu pai a dar o apelido quando ainda tinha três anos, o jogador é um cidadão calmo, que não perde a cabeça nem tem a personalidade alterada. Um apelido que não causa problema para ele.

Nem mesmo as comparações com o personagem das histórias em quadrinhos em momentos de mau futebol fazem com que Hulk pense em voltar a ser chamado de Givanildo, seu verdadeiro nome.   

- Hulk encaixou legal, é um apelido que meus pais colocaram desde os três anos de idade. Quando me chamam de Givanildo eu tomo até um susto. Não tem motivo para mudar, estou acostumado com esse apelido - afirmou.

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, em Goiânia, o camisa 19 da Seleção teve de responder sobre a falta de conhecimento da população brasileira, já que esteve em boa parte de sua carreira no futebol europeu.

- Saí muito cedo do Brasil. Passei três anos e meio, e depois tive a oportunidade de ir para o Porto. Sempre tive o sonho realizado de estar Seleção Brasileira. Foi tudo muito rápido na minha carreira, mas longe do Brasil. Não me acompanham, saio sempre se cabeça erguida, pois faço o que o Felipão pedir. É normal criticarem. Mas fiz dois gols em jogos aqui no Brasil. Eles vão me conhecendo com o tempo - lembrou.

O atacante garantiu que não se preocupa por ter como sombra Lucas, um dos queridinhos dos torcedores. A disputa por uma vaga, na sua visão, não se limita ao ex-camisa 7 do São Paulo.

- Ser elogiado é o que todo jogador quer. Sempre procuro fazer o que ele pede. Sobre competir com o Lucas que tem o nome conhecido, não compito só com ele. Podem formar 3 ou 4 jogadores, a briga é saudável - finalizou.

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