Amil/Campinas apresenta ponteiras Soninha e Vasileva à torcida

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O Amil/Campinas apresentou as ponteiras Soninha e Vasileva à torcida, no jogo diante do Sesi-SP, na última segunda-feira, pela primeira partida das semifinais do Campeonato Paulista Feminino de Vôlei.
A experiente Soninha se recupera de uma cirurgia na região cervical para corrigir uma hérnia de disco e luta para estar 100% para a disputa da Superliga, que começa no dia 23 de novembro para o Amil, que estreia contra o Sollys/Nestlé, em Osasco.
- Não tem previsão exata, mas eu quero voltar o mais rápido possível. Estou fazendo fisioterapia todos os dias, estou me recuperando bem. Eu estou só com um problema na minha perna, mas o meu braço está bem. Logo, logo eu estou voltando - declarou ao LANCENET!.
A festa da torcida, que novamente compareceu em bom número à Arena Amil, empolgou ainda mais a atleta, que já se imagina dentro de quadra, dando alegrias ao torcedor.
- Esse ginásio e esse time são maravilhosos. Não vejo a hora de voltar e dar alegrias para a torcida dentro da quadra. Quero me recuperar bem para estar na quadra dando alegrias para eles - afirmou.
Já a outra ponteira, a búlgara Elitsa Vasileva, desembarcou em Campinas no último domingo, e trabalha para se recuperar de uma lesão no tornozelo direito, sofrida em uma partida pela seleção de seu país, no último mês.
- Estou animada, porque eu vejo que o nível do voleibol aqui é muito alto. Quero me recuperar logo da minha lesão e jogar o quanto eu puder. Não tenho certeza, mas talvez em uma ou duas semanas eu já consiga voltar - disse ao LANCENET!.
A atleta, de 22 anos e 1,94 m de altura, iniciou a carreira no CSKA Sofia e se transferiu cedo para o vôlei italiano, onde despontou para o voleibol e se tornou uma das grandes revelações do continente europeu. A jogadora acumula conquistas pela seleção búlgara - vice-campeã européia, em 2010, e medalha de bronze em 2011 -, além do título do Campeonato Italiano e da Supercopa da Itália, pelo seu último clube, o Bergamo, em 2011.
Vasileva comentou a superioridade do voleibol brasileiro, atual campeão olímpico, em relação ao da Bulgária, que ocupa o 43º lugar no ranking da FIVB e tem como melhor participação em Jogos Olímpicos um terceiro lugar, em 1980.
- O voleibol feminino no meu país quase não existe. Meninas jogam com 17 anos de idade, por exemplo. É muito diferente daqui, onde o nível é melhor - concluiu, em poucas palavras, ainda com um pouco de dificuldade no idioma inglês.
Aprovadas pelo comandante
O técnico José Roberto Guimarães aprovou e comemorou a chegada das duas jogadoras, que aumentarão as opções do elenco. Soninha e Vasileva reforçarão a posição mais carente do Amil, a de ponteira, que atualmente conta apenas com uma atleta em condições de jogo: Pri Darot, jovem revelação de apenas 20 anos de idade.
- Espero que a gente consiga manter esse nível de jogo agora com a chegada da Soninha e a Vasileva mais para frente, porque elas não vão poder jogar agora. Nosso time deve melhorar por causa do maior número de opções. Agora temos que tentar fechar nesse jogo contra o Sesi, que não tem nada ganho - declarou o técnico Zé Roberto.
O Amil/Campinas volta a encarar o Sesi-SP, pelo segundo jogo da semifinal, nesta quinta-feira, às 19h, no ginásio da unidade da Vila Leopoldina, em São Paulo. Se vencer, garante vaga às finais para aguardar o vencedor do confronto entre Sollys/Nestlé e Pinheiros. Caso perca, jogará a terceira e decisiva partida novamente em Campinas.
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