Djokovic opina favorável a saída do Finals de Londres
Sérvio ainda destacou a importância de Marin Vajda na sua arrancada

O número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic, está em Londres para a disputa do ATP Finals e atendeu a imprensa onde falou a retomada da parceria com o treinador Marian Vajda e declarou-se favorável a saída da competição para outro local.
"Não quero que o torneio se mude de Londres, mas sinto que este deve ser um torneio que tenha um aspecto transitório, que mude de sede. Este é o maior evento da ATP e conta com os oito melhores jogadores do mundo, o único com formato de chave de grupos, o que garante que é possível ver cada jogador, ao mínimo, três vezes por semana. Sem dúvida, é uma oportunidade enorme para divulgar o esporte", opinou ao ser questionado sobre o fato do torneio estar há 10 anos na capital inglesa.
"Eu acho que não dá para se manter o torneio apenas um ou dois anos, mas se deve se instalar numa cidade durante quatro anos e daí mudar. Mas como já disse antes, acredito que dez anos no mesmo lugar é demais", seguiu opinando.
"Não tem a ver com Londres, a cidade, ou mesmo o evento, que é um sucesso aqui. Pessoalmente já conquistei grandes coisas aqui, desta forma deveria ser o último jogador a falar favorável a mudança, surto muito jogar em Londres. Só digo que, como a ideia geral para este evento, deveria ser mudar com assiduidade", completou.
Djokovic também foi questionado sobre o ano incrível de recuperação que etve, saindo do posto 22º da ATP para o número 1 e declarou: "Marian [Vajda - seu treinador] é muito mais que um treinador pra mim. Ele é um amigo, um membro a mais da família, alguém em quem sempre posso confiar. Inclusive nas semanas em que não estávamos treinando juntos, mantendo contato diário. Temos uma relação com um vínculo quase que inquebrável. Voltar ao número 1 me deixa orgulhoso, uma conquista que nesta temporada torna ainda mais especial. Há uns meses parecia impossível, mas nunca pensei que fosse impossível. Para mim foram cinco meses perfeitos de tênis", apontou.
Nole ainda foi questionado sobre a ausência de Andy Murray, que ainda tenta se recuperar de uma lesão no quadril: "Não conheço os detalhes sobre a abrangência de sua lesão ou se está evoluindo de modo certo. Ele é um grande cara, tenho um respeito enorme por ele, crescemos juntos. Desejo-lhe de coração uma recuperação mais rápida possível, sei que esta é uma das maiores lutas pelas quais está passando, mas confio que voltará a seu nível", disse.

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