Bósnia e Herzegovina x Itália – Palpites, análise e odds (31/03)
Confira os palpites para o duelo da final da Repescagem das Eliminatórias para a Copa
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A Bósnia e Herzegovina recebe a Itália no Stadion Bilino Polje, em Zenica, nesta terça-feira, 31 de março, pela final da Chave A da repescagem europeia. O confronto vale a última vaga do caminho A para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. Em caso de empate no tempo regulamentar, haverá prorrogação e, se necessário, disputa de pênaltis.
A Azzurra tenta encerrar um jejum de 12 anos sem participar de Mundiais. A tetracampeã ficou de fora das edições de 2018 e 2022 e, se perder em Zenica, terá a terceira ausência consecutiva, algo sem precedentes em sua história. Do outro lado, a Bósnia sonha com apenas a segunda Copa desde a independência. A primeira e única participação foi no Brasil, em 2014.
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Análise da partida
A Itália chega com a confiança renovada depois de superar a Irlanda do Norte por 2 a 0 na semifinal, em Bérgamo. A vitória foi construída com maturidade tática sob o comando de Gennaro Gattuso. O primeiro tempo foi travado e sem gols, mas a equipe cresceu na segunda etapa com gols de Sandro Tonali e Moise Kean.
Os números da campanha italiana nas eliminatórias reforçam o favoritismo. A seleção marcou 23 gols e sofreu 12 ao longo da fase de grupos, terminando com 15 pontos no Grupo I, atrás apenas da Noruega. Nos jogos fora de casa pela competição, a Itália venceu três dos últimos quatro.
Outro dado relevante é a consistência ofensiva. A Azzurra marcou gols em oito dos últimos nove jogos pelas eliminatórias e abriu o placar em sete dessas nove partidas. Quando sai na frente, a equipe de Gattuso é difícil de bater: manteve a vantagem até o apito final em seis dessas sete ocasiões.
A Bósnia fez uma campanha sólida na fase classificatória, com cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota em oito rodadas, somando 17 pontos no Grupo H. A vaga direta escapou de forma cruel quando a Áustria marcou aos 77 minutos na última rodada e ultrapassou os bósnios na tabela.
Na semifinal, os Dragões eliminaram o País de Gales nos pênaltis (4 a 2) em Cardiff, depois de empate por 1 a 1 nos 120 minutos. O gol do empate veio aos 86 minutos, numa cabeçada do veterano Edin Dzeko, que subiu mais alto que toda a defesa galesa para converter um escanteio.
Como mandante, a Bósnia venceu duas e perdeu uma de suas últimas três partidas em casa em todas as competições. O ataque tem sido regular: marcou pelo menos um gol em cada um dos últimos nove jogos pelas eliminatórias. A intensidade física, com média de altura de 1,85m no elenco, promete dificultar a vida dos italianos.
Para a Itália, a classificação garantiria vaga direta no Grupo B da Copa do Mundo, ao lado de Canadá, Suíça e Catar. A estreia estaria marcada para 12 de junho, contra os canadenses, em Toronto.
Outros palpites para Bósnia e Herzegovina
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Confrontos diretos
O histórico geral entre as seleções é amplamente favorável à Itália. Em seis confrontos anteriores, a Azzurra venceu quatro, empatou um e perdeu apenas um. A única vitória bósnia aconteceu no primeiro encontro entre as equipes, um amistoso em Sarajevo no ano de 1996, com triunfo por 2 a 1.
Desde então, a Bósnia não conseguiu mais superar os italianos. O confronto mais recente foi um amistoso em junho de 2024, quando a Itália venceu por 1 a 0. Nos últimos três jogos entre as seleções, ambas não marcaram simultaneamente, e a soma de gols ficou abaixo de 2.5 em todas essas partidas.
Em jogos oficiais que valiam pontos ou classificação, a Itália jamais perdeu para a Bósnia. Este dado histórico pesa na análise, embora o contexto de jogo único no Bilino Polje torne o cenário imprevisível.
Notícias de Bósnia e Herzegovina x Itália
Bósnia: elenco completo, mas com desgaste físico
Sergej Barbarez não tem grandes preocupações com desfalques. O elenco chegou praticamente completo à repescagem. O ponto de atenção é o desgaste físico dos titulares, que disputaram 120 minutos mais pênaltis contra o País de Gales. Dzeko foi substituído antes da prorrogação em Cardiff, o que pode tê-lo preservado para a final.
O meio-campista Benjamin Tahirovic chegou à seleção envolto em polêmica, após Barbarez acusar o treinador galês do Brondby, Steve Cooper, de tê-lo afastado deliberadamente antes da repescagem. Apesar do pouco ritmo de jogo recente, Tahirovic foi titular na semifinal e deve seguir entre os escolhidos.
A joia Kerim Alajbegovic, do Salzburg, com apenas 18 anos, entrou no segundo tempo contra o País de Gales e converteu o pênalti decisivo. Pode ganhar mais minutos em Zenica. Sead Kolasinac, da Atalanta, e Tarik Muharemovic, do Sassuolo, trazem a experiência de quem atua no futebol italiano e conhecem de perto os adversários.
Provável escalação da Bósnia (4-4-2): Nikola Vasilj; Amar Dedic, Nikola Katic, Tarik Muharemovic e Sead Kolasinac; Esmir Bajraktarevic, Benjamin Tahirovic, Ivan Sunjic e Amar Memic; Ermedin Demirovic e Edin Dzeko. Técnico: Sergej Barbarez.
Itália: confiança alta após semifinal tranquila
Gattuso utilizou o 3-5-2 contra a Irlanda do Norte, com Donnarumma no gol, trio defensivo formado por Calafiori, Bastoni e Mancini, Politano e Dimarco nas alas, Locatelli, Tonali e Barella no meio, e Retegui com Kean no ataque. Tonali, que havia sofrido uma lesão leve na Champions League antes da convocação, mostrou estar recuperado ao marcar o primeiro gol.
A grande novidade da convocação foi o retorno de Federico Chiesa, do Liverpool, que não jogava pela seleção desde a Euro 2024. Apesar do pouco espaço no clube inglês, Gattuso o considera uma opção para momentos decisivos. O jovem Marco Palestra, do Cagliari, nascido em 2005, recebeu sua primeira convocação para a seleção principal. Andrea Cambiaso ficou fora da lista final para a semifinal, mas segue disponível para a decisão.
O atacante Francesco Pio Esposito, da Inter, entrou no segundo tempo contra a Irlanda do Norte e mostrou presença física. É uma carta na manga de Gattuso para o confronto em Zenica, caso o treinador opte por mais robustez no ataque.
Provável escalação da Itália (3-5-2): Gianluigi Donnarumma; Riccardo Calafiori, Alessandro Bastoni e Gianluca Mancini; Matteo Politano, Nicolò Barella, Manuel Locatelli, Sandro Tonali e Federico Dimarco; Mateo Retegui e Moise Kean. Técnico: Gennaro Gattuso.
Destaques individuais de Bósnia x Itália
Os treinadores
Gennaro Gattuso assumiu a seleção italiana em junho de 2025, substituindo Luciano Spalletti. Ex-volante combativo do Milan e da Azzurra, ele trouxe sua personalidade guerreira para o banco de reservas. Adotou o 3-5-2 como sistema principal, priorizando solidez defensiva com três zagueiros e um meio-campo povoado. A vitória sobre a Irlanda do Norte refletiu essa identidade: compactação, pouca posse desperdiçada e eficiência no terço final.
Sergej Barbarez comanda a Bósnia desde abril de 2024. Ex-atacante nascido em Mostar, é o estrangeiro com mais jogos na história da Bundesliga e tem uma rua batizada em sua homenagem na cidade natal. Em 20 partidas no cargo, venceu seis, empatou cinco e perdeu oito. Seu estilo privilegia transições rápidas, verticalidade e intensidade física.
Análise tática
O principal duelo tático será o encaixe entre o 4-4-2 de Barbarez e o 3-5-2 de Gattuso. A Bósnia costuma se posicionar com duas linhas de quatro bem definidas e busca transições verticais, usando Dzeko como pivô para segurar a bola e permitir a chegada dos meias.
A Itália, com três zagueiros e cinco meio-campistas, terá vantagem numérica no centro do campo. Barella, Tonali e Locatelli formam um trio com qualidade técnica capaz de controlar a posse e encontrar espaços entre as linhas bósnias. Os alas Dimarco e Politano terão papel fundamental, enfrentando os laterais adversários em situações de um contra um.
A fragilidade italiana pode aparecer nas costas dos alas. Se Bajraktarevic e Memic conseguirem isolar Politano e Dimarco em seus setores defensivos, a Bósnia encontrará espaço para cruzamentos. E no jogo aéreo, com a estatura de Dzeko e a altura média do elenco bósnio, esse cenário é perigoso para a defesa da Azzurra. O gol do empate contra o País de Gales veio justamente de escanteio.
Prognóstico de placar exato para Bósnia e Herzegovina x Itália
- A Itália abriu o placar em sete dos últimos nove jogos pelas eliminatórias e manteve a vantagem até o fim em seis dessas sete ocasiões.
- A Bósnia não vence a Itália desde 1996 e nunca superou os italianos em jogos oficiais valendo classificação.
- Nos últimos três confrontos diretos, ambas as equipes não marcaram simultaneamente e a soma de gols ficou abaixo de 2.5.
- Cinco dos últimos sete jogos dos bósnios terminaram com mais de 4,5 cartões distribuídos, com a seleção tendo média de 2,8 amarelos recebidos nas Eliminatórias.
Resumo do palpites do Lance para Bósnia e Herzegovina x Itália
Melhor palpite do jogo: Handicap -1 Itália – Odd 2,65 na Betsson
Palpite alternativo: Itália vence o 2º tempo – Odd 1,90 na Betsson
Palpite alternativo 2: Bósnia e Herzegovina recebe mais cartões – Odd 1,85 na Superbet
Palpite alternativo 3: Mais de 7,5 chutes no gol – Odd 1,65 na Betano
Palpite de placar exato do Lance!: Bósnia e Hezergovina 0 x 2 Itália – Odd 6,50 na Betsson
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