As coincidências das finais do Santos nas Libertadores de 2011 e 2020
Dois técnicos, auxiliar chamado Marcelo comandando o time, craque com a 11, goleiro formado na base, adversário com a letra P, árbitro argentino...

Depois de nove anos, o Santos volta para mais uma final de Copa Libertadores da América. Em 2011, o Peixe conquistou o tricampeonato no Pacaembu. No sábado (30), o clube enfrenta o Palmeiras, no Maracanã, em busca da quarta conquista da América. Algumas coincidências entre as duas campanhas deixam os torcedores mais supersticiosos otimistas para o jogo de sábado.
O Santos ocupa atualmente a 10ª colocação no Campeonato Brasileiro, a mesma posição que a equipe ocupava antes da final da Copa Libertadores de 2011. Nas duas campanhas, o goleiro foi formado nas categorias de base. O técnico Cuca tem uma dúvida permanente na escalação entre John e João Paulo, mas ambos são Meninos da Vila e podem repetir a façanha do goleiro Rafael Cabral, também da base e lapidado pelo preparador Arzul.
Autor do gol do título em 2011 e Rei da América naquele ano, Neymar era o principal jogador do elenco e usava a camisa 11. A história não mudou. Destaque do Peixe na campanha atual, Marinho ficou com o mesmo número de camisa após a saída do Rodrygo. O camisa 11 é finalista ao prêmio Craque da Libertadores.
Se na temporada houve a troca de Jesualdo Ferreira para Cuca, em 2011 houve Muricy Ramalho no lugar de Adilson Batista. Quer mais? Em 2011, um técnico chamado Marcelo dirigiu a equipe em duas partidas. Marcelo Martelotti, que era auxiliar fixo do clube, ficou no banco em dois jogos, contra o Cerro Porteño e o Colo Colo. Neste ano, Marcelo Fernandes, também auxiliar fixo do Peixe, dirigiu a equipe na vitória sobre a LDU, em Quito.
Na final de 2011, o Santos enfrentou um adversário que começa com a letra P, o Peñarol (Uruguai). Neste sábado, o rival será o Palmeiras. Quer mais? O representante da Europa na temporada 2011 começava com a letra B, o Barcelona. Neste ano, será o Bayern de Munique.
Nas duas campanhas, o Santos teve um lateral chamado Pará, reserva em 2011 e titular em 2020, e um lateral chamado Jonathan. O lateral-direito com esse nome participou de sete jogos. Neste ano, Felipe Jonatan participou de todas as partidas da equipe.
Para encerrar, o árbitro da partida decisiva em 2011 foi um argentino, Sérgio Pezzotta. Neste ano, será Patricio Loustau.

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