O presidente Maurício Galiotte admite a possibilidade de o Palmeiras ficar fora da TV aberta

Maurício Galiotte analisou a chave do Palmeiras na Libertadores (Foto: Divulgação/Palmeiras)

LANCE!
17/12/2018
23:29
São Paulo (SP)

Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, considera que a experiência adquirida pelo clube recentemente será um diferencial para disputar a Libertadores de 2019. Após o sorteio dos grupos, o dirigente citou a importância de jogar a quarta edição consecutiva da competição, em que foi semifinalista em 2018.

- Pegamos o San Lorenzo, um time tradicional, e o Junior Barranquilla, que jogou a final da Copa Sul-Americana. Libertadores é isso, tem jogos difíceis. Precisamos estar preparados, porque é uma batalha, uma competição complexa. Mas é a nossa quarta participação consecutiva, isso ajuda na preparação. Temos um elenco qualificado e acreditamos muito no potencial do grupo, mas sabemos que a dificuldade é muito grande - disse, à Fox.

Além de San Lorenzo (ARG) e Junior Barranquilla (COL), o Verdão ainda enfrentará na fase de grupos o vencedor do confronto G2 na fase preliminar - Melgar (PER), Universidad de Chile (CHI), Caracas (VEN), Delfin (EQU) ou Nacional (PAR) são os candidatos. O Junior foi rival também na edição de 2018.

- São jogos muito complicados. O grupo do Palmeiras é um dos mais difíceis. É, realmente, muito complicado. O momento do Junior Barranquila é muito bom, acabou de disputar a final da Sul-Americana, e o grupo ainda tem o San Lorenzo e o Palmeiras, duas equipes que ganharam a Libertadores, além de um adversário que ainda não conhecemos. São jogos complicados. É uma situação em que, realmente, teremos de estar muito preparados - acrescentou Galiotte.

Uma novidade para a próxima edição é o aumento nos prêmios. O campeão, por exemplo, ganhará 12 milhões de dólares (R$ 46,8 milhões), equivalente praticamente ao dobro recebido pelo River Plate (ARG) pelo título desta temporada.

- Tivemos uma reunião hoje à tarde na Conmebol e foi nos apresentado os números. Aumento importante em relação ao ano passado, ao redor de 50%, e, de cinco anos pra cá, o número triplicou. A Conmebol tem procurado distribuir valores maiores para os clubes. Isso é importante porque valoriza a competição mais importante do continente. É importante ter essa recompensa. Investimos bastante, temos arenas modernas, grandes elencos e somos cobrados para isso. É importante a premiação ser à altura do desafio que temos na Libertadores - completou.