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Kings World Cup 'ignora' a FIFA e o passaporte

Estados Unidos, Polônia, Japão...brasileiros se espalham pelas seleções

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São Paulo
Supervisionado porThiago Fernandes,
Dia 15/01/2026
18:02
Lipão comemora gol da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)
imagem cameraLipão comemora gol da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)

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Esqueça as regras rígidas da FIFA. A Kings World Cup é um mundo à parte, onde o passaporte dos jogadores é o detalhe que menos importa no torneio de Gerard Piqué. Na liga, o presidente de cada país tem flexibilidade total na hora de montar seu elenco, sempre em busca do melhor talento disponível para garantir o show, independentemente de onde o atleta nasceu.

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Segundo o regulamento, basta o jogador possuir algum tipo de ligação mínima, como atuar na liga local, residir no país por um período determinado ou até ser casado com um cidadão nativo.

A seleção dos Estados Unidos é a prova viva disso. O elenco conta com os brasileiros Gabriel Costa e Gustavo Gomez, o salvadorenho Danny Nunez e o espanhol Roc Bancells — atual MVP da liga. Nenhum desses atletas possui cidadania norte-americana.

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No caso de Gabriel, o meia construiu sua carreira no futebol universitário e profissional dos EUA, com passagens por clubes como o Rochester NY FC, além de ser casado com uma americana. Outros brasileiros estão espalhados por outras equipes, como Roger Guerrero, na Polônia, e Pablo Miura, no Japão.

Essa abertura permite que países onde o projeto da Kings ainda está no início, como Itália e Alemanha, consigam disputar "cara a cara" com as grandes potências do torneio. O objetivo é a globalização: o fã assiste ao jogo para ver o craque que já conhece, pouco importando se a bandeira no peito combina com o sotaque.

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A única restrição severa do regulamento é que um Wild Card (jogador convidado) só pode defender uma equipe durante todo o torneio. Ou seja: nada de "pular a cerca" para um país vizinho caso o seu time seja eliminado precocemente. No fim das contas, na Kings World Cup, o talento não precisa de visto para entrar em campo.

Brasil vai em busca do bicampeonato

Atual campeã em 2024, a Seleção Brasileira desembarca no torneio em busca do bicampeonato. Apesar do status de favorita, a equipe teve um início de caminhada complicado, estreou com derrota para a Espanha, mas reagiu rápido ao embalar uma sequência de três vitórias consecutivas, garantindo com autoridade a vaga na fase eliminatória.

Lipão comemora gol da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)
Lipão comemora gol da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)
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