Jon Vlogs revela reformulação do Capim FC e abre o jogo sobre Kings League no Brasil
Com CT próprio e reforços europeus, influenciador profissionaliza o Capim FC para dominar a liga.

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O cenário da Kings League Brasil está em plena mutação, e Jon Vlogs, um dos maiores nomes do entretenimento digital no país, deixou claro que não entrou na liga apenas para "fazer conteúdo". Em entrevista exclusiva ao LANCE!, o presidente do Capim FC detalhou a profunda reformulação de seu clube, que agora conta com estrutura de time de elite e reforços internacionais.
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Após um período de aprendizado no primeiro split, Jon percebeu que a dinâmica da liga exige mais do que apenas visibilidade. O projeto inicial deu lugar a uma gestão focada em performance técnica e tática.

— No primeiro momento, a gente ainda estava entendendo a dinâmica da 'Kings'. Formato, mercado, montagem de elenco… Tudo muito novo. Depois do último split eu percebi que, se a gente quisesse competir de verdade, precisava olhar para o projeto de uma outra forma — revelou o influenciador.
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Para sustentar essa nova ambição, o Capim FC investiu em um Centro de Treinamento (CT) próprio, com academia e fisioterapia. Jon explica que a seriedade fora de campo é o que garante o resultado dentro das quatro linhas:
— A 'Kings' tem entretenimento, claro, mas dentro de quadra, a competição é de verdade. Quem acompanha sabe que o nível está subindo muito. Ter um CT, academia, fisioterapia, monitoramento de desempenho… Tudo isso ajuda o jogador a render mais. É uma forma de mostrar que o projeto é sério e que a nossa meta realmente é brigar lá em cima.
A estratégia de mercado também mudou. Com os principais nomes brasileiros já vinculados a outros projetos, Jon buscou na Europa a experiência necessária para lidar com o formato imprevisível da Kings League.
— Os espanhóis que trouxemos têm muita experiência na 'Kings' e chegam com essa bagagem. O Gerard, por exemplo, é um jogador muito bom. O Álex Guti tem dois títulos mundiais e hoje é um dos nossos grandes nomes — destacou Jon, reforçando que a escolha passou pelo equilíbrio entre liderança e impacto técnico. — Jogador que já ganhou título ou que já passou por jogos grandes normalmente lida melhor com isso.
A possibilidade de grandes clubes do futebol brasileiro entrarem no ecossistema de Gerard Piqué é vista com bons olhos pelo líder da "Capim Terror", que hoje é a maior torcida organizada da liga. Para Jon, a chegada dessas marcas é um selo de validação, mas não apaga a essência dos criadores.
— É um sinal de que o projeto está crescendo. Quando clubes grandes começam a olhar para a 'Kings', é porque eles enxergam potencial ali. Pode mudar um pouco o cenário competitivo, porque são marcas muito fortes e com uma grande torcida. No fim das contas, a 'Kings' tem regras e formatos muito próprios, então todo mundo precisa se adaptar.
Ele finaliza projetando o Capim FC como uma marca que transcende a própria liga:
— A 'Kings' é o ponto de partida, mas se a gente construir uma identidade forte, com torcida e com estrutura, quem sabe a marca pode se desenvolver em outras frentes no futuro também.
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