NFL terá oito patrocinadores em 'transmissão mais cara do mundo'
New England Patriots e Seattle Seahawks vão se enfrentar neste domingo

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A transmissão do Super Bowl LX - final da temporada da NFL - desenhou um pacote comercial valorizado no mercado esportivo. No Brasil, a ESPN anunciou sete patrocinadores para a cobertura do evento: o banco digital C6 Bank, a marca de chocolates Snickers, a marca de automóveis Ram (máster), a de eletrônicos Philco, a locadora de veículos Movida, a multinacional de eletrônicos Apple e Stihl, do ramo de motosserras.
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Esta edição da final da NFL será neste domingo (8) e terá New England Patriots e Seattle Seahawks frente à frente. E este evento é conhecido globalmente como a janela publicitária mais cara da televisão tradicional. A edição de 2026 mantém essa posição. De acordo com levantamento publicado pelo Financial Times, o valor médio de um espaço publicitário de 30 segundos durante o evento gira em torno de US$ 8 milhões, com alguns lotes vendidos por até US$ 10 milhões.
Estes valores são direcionados à geradora da transmissão nos EUA, a NBCUniversal, e são um recorde histórico. A projeção passa de 100 milhões de espectadores só nos EUA assistindo à partida.
Ingresso mais caro que final da Champions League
O jogo mais esperado da temporada da NFL é uma das partidas que mais movimentam dinheiro no esporte norte-americano e tem batidos recordes sequenciais nos valores dos ingressos. Assim como no jogo de 2025, a final deste ano tem as entradas mais caras da história, começando em pouco mais de US$ 6 mil, o que equivale a R$ 32 mil na cotação mais atual.
O valor do ingresso mais em conta supera em 400% o valor da entrada de arquibancada mais cara da final da última Champions League, disputada em 2025, entre PSG e Inter de Milão.

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