30 anos do Bi da América do Grêmio: titular de Felipão relembra a conquista
Tricolor Gaúcho ergueu pela segunda vez a taça da Libertadores em 30 de agosto de 1995

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30 de agosto de 1995 é um dia que estará para sempre na história do Grêmio. Nesta data, há exatamente 30 anos, o Tricolor Gaúcho conquistou o bicampeonato da Libertadores ao empatar em 1 a 1 com o Atlético Nacional-COL, em Medellín, na Colômbia — no jogo de ida da final, o Imortal havia vencido por 3 a 1, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS. Titular, o ex-meia Arílson destacou, ao Lance!, o diferencial daquele time lendário.
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— Nós éramos um grupo, corríamos um pelo outro, no treinamento nos dedicávamos demais. Chegava no jogo, a gente sabia o que ia fazer. Então, realmente, o grupo que fazia a diferença — ressalta.

'Felipão era nosso paizão', destaca Arílson
Arílson era um dos responsáveis por abastecer a histórica dupla de ataque formada por Paulo Nunes e Jardel. No comando da equipe, um Luiz Felipe Scolari que já acumulara experiências internacionais, mas ainda não havia, por exemplo, treinado o Palmeiras ou conquistado o pentacampeonato do mundo com a Seleção Brasileira.
— O Felipão era o nosso paizão. O comandante, o líder. E tudo que ele fazia no treinamento, a gente fazia nos jogos. Era muito importante — elogia Arílson.

Grêmio perdeu a final da Copa do Brasil em casa em 1995
Mas a caminhada gremista rumo à glória também teve momentos difíceis. Um deles, em particular, como lembra o ex-meia.
— Quando a gente perdeu a final da Copa do Brasil, né? Em 1995, o Corinthians em casa, com 40 e poucas mil pessoas. Depois dali, a gente falou que ia ter que ser campeão da Libertadores. E graças a Deus a gente foi — recorda.
Pouco mais de um mês após perder por 1 a 0 para o Corinthians, com gol de Marcelinho Carioca, em pleno Olímpico, pelo jogo de volta da final da Copa do Brasil, o Grêmio atropelou o Palmeiras, por 5 a 0, naquele mesmo estádio, na partida de ida das quartas de final da Libertadores. Goleada que permitiu ao Tricolor Gaúcho avançar para a semifinal, contra o Olímpia-PAR, mesmo com a derrota por 5 a 1 em São Paulo.
'O Grêmio tem que voltar a ser o Grêmio', pede Arílson
Resta a nostalgia. Ainda mais em momento difícil do Grêmio, que, já eliminado das copas, briga pelo segundo ano consecutivo na parte debaixo da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Mas Arílson, e todos gremistas, torcem pelo retorno dos tempos áureos.
— O Grêmio tem que voltar a ser o Grêmio, entendeu? Fazer os caras sentir em que aqui é a Arena, que aqui é o Grêmio, que aqui não se desiste nunca. Eu acho que perdeu um pouco a identidade, mas espero que volte.

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