Segundo goleiro da Luverdense, Elzo valoriza chance de aprender no banco de reservas
Jogador ao time mato-grossense por empréstimo junto ao América-MG

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A condição de reserva, normalmente, é vista como uma situação incômoda, em que os técnicos por muitas vezes precisam lidar com a insatisfação dos atletas que não figuram no time principal. É bem verdade que um jogador não pode se acomodar nessa condição, mas o segundo goleiro da Luverdense tem uma outra perspectiva sobre estar no banco de reservas. Trata-se de Elzo, arqueiro contratado por empréstimo junto ao América no fim de 2020 para reforçar o time de Mato Grosso e, claro, ganhar experiência.
Para o jovem garoto, de apenas 20 anos de idade, estar com a equipe durante as partidas é um grande aprendizado.
- É claro que eu busco estar no meu melhor nível para brigar pela titularidade, mas não vejo a reserva como algo ruim, muito pelo contrário. No América, eu treinava com o profissional, mas seguia o calendário de competições da base, então foi aqui na Luverdense que eu tive a experiência de ser relacionado para um jogo da equipe principal e posso dizer que o aprendizado é enorme. Quando a gente está em um jogo, a leitura é completamente diferente daquilo que você vê pela TV e pelo estádio. Pelo ângulo do banco de reservas, então, é ainda melhor pra minha posição, porque dali eu consigo analisar o posicionamento do goleiro na hora do chute, a movimentação dos atacantes pra furar a defesa, uma leitura completa mesmo do jogo. Eu tento absorver ao máximo essas oportunidades porque, quando a minha hora chegar, eu já estarei acostumado, com uma facilidade maior pra entender o jogo, e muito mais preparado para corresponder em campo - afirmou.
Contratado pela Luverdense em dezembro de 2020, Elzo vem aproveitando a primeira oportunidade da carreira na categoria profissional e terá pela frente o primeiro clássico na carreira. O jovem arqueiro falou sobre sua experiência no clube e sua relação com os companheiros.
- Eu fui muito bem recebido aqui na Luverdense. Como a rotina de treinos dos goleiros é mais intensa e mais específica, acabamos nos aproximando e, com isso, eu e o Nicolas ganhamos muito com a experiência que o Gabriel Félix nos passa. Temos um trabalho em equipe aqui, um ajudando o outro sempre. O que eu vejo dentro de campo, tento passar minha visão, e durante os treinos, eles sempre me dão toques também. É importante, porque reforça a união e a vontade de todo mundo crescer junto. Neste final de semana, teremos pela frente um clássico importantíssimo, contra um adversário que está na Série A e tem um elenco forte. Acredito que será uma partida muito disputada, de alto nível mesmo, e eu, lá do banco de reservas, terei mais uma oportunidade de fazer minhas leituras e aprender. E, claro, se for acionado, estou mais que pronto (risos) - completou.
Luverdense e Cuiabá se enfrentam no próximo domingo, dia 11 de abril, na Arena Pantanal, jogo válido pela 8ª rodada.
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