Sexta-feira 13: as maiores maldições da F1 vão de Hamilton e Flamengo a Interlagos
Superstições e coincidências marcaram a categoria dentro e fora das pistas

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Para além do esporte, a sexta-feira 13 costuma ser associada a superstições ao redor do mundo. Enquanto alguns a veem como um dia de sorte, o mais comum é que a data esteja ligada ao azar. Neste ano, o 13 de março marca o início do GP da China, segunda etapa da temporada 2026 da Formula 1. Para entrar no clima da data, o Lance! reuniu algumas "maldições" e histórias curiosas que marcaram a categoria ao longo dos anos.
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Hamilton, sem camisa?
Apenas dois pilotos na história da F1 têm o título de heptacampeão mundial. Entre eles, Lewis Hamilton é o único se mantém em ativa, dessa vez, ao lado da Ferrari em uma das parcerias mais esperadas da elite do automobilismo. Apesar disso, não é apenas nas pistas que o britânico mostra trabalho, como também nas redes sociais, onde compartilha momentos pessoais e treinos do dia a dia.
A maldição de Hamilton surge a partir daí. Toda vez que o atleta publica uma foto sem camisa em seu perfil, alguma mudança significativa acontece na Fórmula 1, como demissões de pilotos e chefia. Um caso recente, inclusive, fugiu dos limites do automobilismo e foi direto para o futebol.
No início de março, Lewis voltou a aparecer sem camisa na internet. E o que aconteceu? Segundo os fãs da categoria, esse foi o "verdadeiro motivo" da demissão de Filipe Luís no Flamengo. Coincidência ou não, saída do técnico brasileiro aconteceu no mesmo dia da publicação do britânico.
Se não for Verstappen, não dá
A segunda maldição envolve outro multicampeão da F1: Max Verstappen. Com habilidades impressionantes e uma maneira singular de pilotar, o holandês se destaca nas pistas de um jeito que poucos conseguiram na história. O problema é que não são apenas os adversários que costumam sofrer para alcançá-lo – a disputa começa na própria equipe.
Desde 2016, foram sete pilotos que dividiram a titularidade com Verstappen e nenhum chegou perto de seu desempenho. Embora Sergio Pérez tenha sustentado o posto por quatro anos, os resultados apresentados pelo méxicano não apresentavam ameaça ao companheiro.
A rápida passagem de Yuki Tsunoda e Liam Lawson na temporada de 2025 colocou em evidência essa superstição, principalmente com a significativa queda de desempenho dos pilotos ao serem promovidos para a Red Bull. Ambos apresentaram números melhores quando corriam pela Racing Bulls.

GP da Austrália, na F1, não é para os australianos
Durante a temporada, os pilotos viajam o mundo para disputar as 24 etapas do calendário. Por isso, não há nada melhor do que chegar em casa e rever a família, mesmo que seja em meio a um Grande Prêmio. Estar ao lado da própria torcida, no entanto, também pode trazer uma pressão extra — algo que, muitas vezes, resulta em erros e desempenhos abaixo do esperado. No caso do Grande Prêmio da Austrália, esse parece ser um roteiro comum para os pilotos da casa.
Presente no calendário desde 1985, quando passou a integrar oficialmente a Formula 1, a etapa já foi disputada 27 vezes. Ainda assim, nenhum australiano conseguiu conquistar a tão sonhada vitória diante da torcida.
Na atual temporada, por exemplo, Oscar Piastri viveu uma situação digna de sexta-feira 13. O piloto seguia em direção aos boxes quando simplesmente perdeu o controle do carro e acabou nos muros. O detalhe curioso? A corrida ainda nem havia começado. Veja o momento abaixo:
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Nem tudo são flores para os brasileiros em Interlagos
Grandes nomes do automobilismo brasileiro enfrentaram dificuldades logo em suas primeiras corridas no Autódromo José Carlos Pace. Foi o caso de Ayrton Senna, Felipe Massa, Nelson Piquet e Rubens Barrichello. Para os quatro, o que deveria ser uma estreia marcante diante da torcida acabou se transformando em uma despedida precoce, com abandonos por diferentes motivos.
Atual representante do Brasil na F1, Gabriel Bortoleto também não teve sorte em sua primeira participação no GP de São Paulo. Tanto na Sprint quanto na corrida de domingo, o desfecho foi o mesmo: carro no muro. Em ambas as ocasiões, os acidentes aconteceram após toques com Lance Stroll.
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