Documentário 'Hortência e Paula', ícones do esporte brasileiro, estreia no Dia da Mulher
A série tem quatro episódios de aproximadamente 30 minutos

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No esporte brasileiro, poucos nomes ecoam com tanta força quanto os de Hortência Marcari e Paula Gonçalves. Não à toa, neste dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, ambas estrelam o próprio documentário.
Com lançamento marcado para este domingo (8) às 23h, a série documental "Hortência e Paula", dirigida por Eduardo Hunter Moura, resgata a trajetória das principais figuras do basquete brasileiro 30 anos após a histórica medalha olímpica que mudou o esporte nacional.
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A narrativa é conduzida pelas próprias atletas, que relembram disputas históricas, bastidores da Seleção e os desafios enfrentados em um período em que o esporte feminino ainda lutava por visibilidade e estrutura.
Com imagens de arquivo e depoimentos atuais, o documentário reconstrói episódios decisivos da história do basquete feminino brasileiro e evidencia o impacto de duas atletas que ultrapassaram as quadras.
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Onde assistir ao documentário?
O primeiro e o segundo episódio serão exibidos no domingo (8), às 23h, no Sportv. Na segunda (9), irão ao ar no canal os episódios 3 e 4, às 17h. O conteúdo também ficará disponível no Globoplay para assinantes Plano Premium.
Hortência e Paula: Titãs do esporte brasileiro
Elas não foram apenas atletas extraordinárias. Foram símbolo de coragem em um tempo em que o investimento no esporte feminino era escasso, a visibilidade quase inexistente e o reconhecimento, muitas vezes, tardio. Dentro de quadra, eram talento, raça e genialidade. Fora dela, tornaram-se referência, inspiração e resistência.
Juntas, conduziram o Brasil ao topo do mundo, culminando no título inesquecível do Mundial de 1994 e na medalha olímpica que fez o país vibrar de orgulho. Mas o maior troféu que conquistaram não cabe em prateleiras: ele vive nas meninas que passaram a acreditar que também poderiam ocupar aquele espaço.
Elas abriram portas quando quase não havia portas abertas. Enfrentaram preconceitos, desigualdades salariais, estruturas precárias — e ainda assim venceram. Cada cesta convertida era também um recado: mulheres pertencem aonde quiserem estar.
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