Dia da Mentira: as contratações do futebol brasileiro que nunca foram anunciadas
Relembre 5 negociações que quase aconteceram mas "floparam" na última hora

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Neste dia primeiro de abril, que é popularmente conhecido como o "Dia da Mentira", a redação do Lance! reuniu casos mais icônicos de contratações que quase se concretizaram no futebol brasileiro, mas que, por diferentes motivos, fracassaram em cima da hora.
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Anelka no Atlético Mineiro
Nicolas Anelka tinha o dom de aparecer em lugares inesperados no futebol. O atacante francês, dono de uma carreira que passou por PSG, Real Madrid, Arsenal, Chelsea e até Bolton Wanderers, esteve próximo de uma escala ainda mais improvável: Belo Horizonte.
O Atlético Mineiro, eufórico após o título da Libertadores de 2013 e em busca de um nome de peso para manter o nível, teria aberto conversas com o empresário de Nicolas Anelkaem 2013. A proposta salarial chegou a ser elaborada, e os mineiros se mostraram dispostos a esticar o orçamento.
Mas Anelka, um homem acostumado às comodidades e ao futebol europeu, nunca chegou a vir para Belo Horizonte. As negociações esfriaram rapidamente, e o Galo seguiu em busca de outros reforços.
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Yayá Touré no Vasco
Em 2016, quando o marfinense Yaya Touré ainda era uma das forças motrizes do Manchester City de Manuel Pellegrini, circulou pelos bastidores do futebol carioca uma informação que fez a Colina vibrar de um jeito diferente: o meio-campista estaria sendo sondado pelo Vasco da Gama.
O clube de São Januário, que vivia uma fase turbulenta durante o perído eleitoral, teria recebido uma proposta de um grupo de investidores interessados em bancar a contratação do jogador.
Fontes próximas ao clube e a intermediários chegaram a conversar sobre proposta salarial e datas de chegada, mas a transação esbarrou em entraves burocráticos e na demora para a liberação do jogador por seu clube na Europa. O acerto nunca foi oficializado — e Yaya seguiu sua carreira internacional.
Ronaldinho Gaúcho no Grêmio
Esta é talvez a mais dolorosa de todas para a torcida gremista. Em 2011, quando Ronaldinho Gaúcho deixou o Milan e procurava um novo rumo na carreira, o retorno às origens era o desfecho mais romântico possível. O Grêmio, clube onde o camisa 10 começou a revelar ao mundo o seu talento extraordinário, chegou a entrar em contato com o estafe do jogador.
A diretoria tricolor esboçou uma proposta, e por algumas semanas o sonho pareceu real: Ronaldinho vestindo novamente o azul, preto e branco do Porto Alegre, fechando o círculo numa das histórias mais belas do futebol brasileiro. Só que o Flamengo entrou na disputa de forma arrasadora. O clube carioca apresentou uma oferta financeiramente muito superior e, principalmente, a promessa de uma visibilidade nacional que o Rio de Janeiro proporciona de forma incomparável. Ronaldinho escolheu o Rubro-negro, e o resto é história.
Renato Gaúcho no São Paulo
O ano era 1997, o São Paulo atravessava uma fase de transição após os anos dourados de Telê Santana, e o nome de Renato Gaúcho surgiu como uma possibilidade para reforçar o ataque tricolor. O jogador havia encerrado seu vínculo com o Flamengo e estava livre no mercado.
As conversas, segundo o que se apurou na época, não evoluíram por divergências sobre valores e pelo fato de Renato ter outras prioridades de mercado. O atacante seguiu seu caminho longe do tricolor paulista, e aquela possível parceria ficou registrada apenas nas memórias de quem esteve perto dos bastidores daquela negociação.
Tulio Maravilha no Sport
Tulio Maravilha circulou por dezenas de clubes ao longo da carreira e em determinado momento de sua trajetória, o Sport Club do Recife surgiu como um destino possível. A Ilha do Retiro seria palco de mais um capítulo da novela Tulio, e a torcida rubro-negra do Recife já especulava como seria ver aquele estilo único de comemoração nos gramados pernambucanos.
Mas a negociação não decolou — Tulio tinha exigências específicas, o clube tinha limitações orçamentárias, e os dois lados nunca chegaram a um denominador comum.
😅Dia da Mentira
Estas cinco histórias têm algo em comum além do desfecho frustrado: todas elas, por alguns dias ou semanas, foram tratadas como realidade iminente.
Afinal, é o Dia da Mentira — e o mercado da bola nos ensina todo ano que, às vezes, o futebol não precisama de data especial para iludir o torcedor.
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