Campeão brasileiro pelo Vasco, baluarte do Salgueiro projeta desfile da escola
Ex-jogador foi campeão do Brasileirão de 1974

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O Acadêmicos do Salgueiro desfila nesta terça-feira (17), no último dia de Carnaval das escolas de samba do Rio de Janeiro. Para a ocasião, o Lance! falou com José Galdino de Oliveira, campeão do Brasileirão de 1974 com o Vasco, e baluarte da agremiação. O ex-jogador fez uma projeção de como será a festa.
Antes de falar das expectativas para o desfile desta temporada, Galdino relembrou a decepção da escola no ano passado. Em 2026, o Salgueiro terminou na sétima colocação, de fora dos desfiles das campeãs. Na busca de mudar o cenário, a escola traz esse ano uma homenagem a Rosa Magalhães, carnavalesca histórica do carnaval carioca.
— Ainda não engoli o sétimo lugar do ano passado. Mas o Salgueiro é terrível. Sabe perder. E em 2026, o enredo é merecedor, nossa Rosa Magalhães. A escola vai representar ela maravilhosamente bem. Gosto do Salgueiro assim, quieto. Acham que estamos dormindo, mas na hora eles vão ver — disse o ex-jogador do Vasco.
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Com a esperança de celebrar mais um título com a escola do coração, Galdino fez uma promessa ousada para este ano. Caso o Salgueiro vença, ele irá usar um item de peso histórico no desfile das campeãs.
— Vou dizer uma coisa. Salgueiro sendo campeão, poucas pessoas sabem. Em 1993, explode coração, quem não lembra? O Galdino, através do Louro (mestre de bateria), ganhou a bandeira do Salgueiro do mestre sala e porta-bandeira, mandei para lavanderia, dobrei e está lá em casa fechada. Salgueiro campeão eu volto com ela amarrada. E olha que já me ofereceram dinheiro por ela. É uma paixão terrível — contou.
Quem é Galdino?
Futebol e carnaval. Duas paixões que movem o carioca, e que conduziram a vida de José Galdino de Oliveira, campeão do Brasileirão de 1974, com o Vasco, e baluarte da Bateria Furiosa do Salgueiro. A história do ex-jogador começou no Botafogo, onde ganhou atenção de Zagallo em 1971.
Sem espaço no elenco estrelado do Glorioso da época, Galdino foi emprestado ao Bangu, para a disputa do Campeonato Carioca de 1974. No torneio, ele foi destaque da equipe montada pelo contraventor Castor de Andrade. Ao fim do Cariocão, o Vasco buscou a contratação do ex-jogador para a disputa do Brasileirão daquele ano.
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Com o Cruzmaltino, o ponta-esquerda ficou quatro anos. Logo no primeiro, ao lado de Roberto Dinamite, ele conquistou o título do Brasileirão de 1974, o primeiro da história do clube.
Durante todo o período da carreira como jogador profissional, Galdino carregou com ele o amor pela escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Com a bateria Furiosa, ele desfilou por cerca de 50 anos, sempre dividindo as atenções entre a Marques de Sapucaí e os gramados.
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