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Jardim defende Rossi no Flamengo e comenta falhas do goleiro: 'Fatos isolados'

Goleiro comete erros cruciais em segundo jogo consecutivo do time carioca

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Lucas Bayer
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 17/05/2026
22:25
Atualizado há 2 minutos
Leonardo Jardim durante o empate do Flamengo com o Athletico (Foto: Ernani Ogata/Código 19/Folhapress)
imagem cameraLeonardo Jardim durante o empate do Flamengo com o Athletico (Foto: Ernani Ogata/Código 19/Folhapress)

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O Flamengo empatou com o Athletico por 1 a 1 na noite deste domingo (17), pela 16ª rodada do Brasileirão. O gol do time da casa, na Arena da Baixada, em Curitiba (PR), saiu de uma falha de Rossi, que, pelo segundo jogo consecutivo, teve intervenções decisivas negativas em momentos cruciais. Após a partida, o treinador Leonardo Jardim comentou os erros do goleiro, mas defendeu sua regularidade na equipe:

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— Com certeza o Rossi é um jogador importante e já provou principalmente nos últimos anos. Acreditamos nele. Não vamos esconder que nos últimos dois jogos teve duas intervenções infelizes. Isso não deixa de termos total confiança nele. Acreditamos que são momentos e no futuro próximo vai voltar ao seu nível. Tem o apoio de toda gente e a equipe de trabalho também continua a se dedicar. São episódios isolados e ele vai voltar a sua forma — disse Leonardo Jardim, técnico do Flamengo.

Leonardo Jardim durante o empate do Flamengo com o Athletico (Foto: Ernani Ogata/Código 19/Folhapress)
Leonardo Jardim durante o empate do Flamengo com o Athletico (Foto: Ernani Ogata/Código 19/Folhapress)

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Como foi a falha de Rossi em Athletico x Flamengo

O gol do Athletico saiu aos dez minutos do primeiro tempo. Na jogada, Mendoza finalizou com força, de pé direito. O goleiro do Flamengo não conseguiu defender a bola e acabou vendo-a morrer no fundo da rede.

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Leonardo Jardim reclamou da passividade dos jogadores do Flamengo em Curitiba

O Flamengo teve mais uma atuação abaixo do esperado e viu, por quase toda a partida na Arena da Baixada, o adversário ser superior em campo. Na coletiva de imprensa, o técnico Leonardo Jardim revelou que, no intervalo, cobrou os jogadores pela passividade apresentada em campo.

— Eu falei para os jogadores no intervalo: "Não quero saber quem está fora, quero saber quem está presente e como vamos jogar, e não é com essa passividade que vamos jogar" Temos que ser mais ativos. Na segunda parte conseguimos acertar, melhoramos no jogo — detalhou.

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Veja outras respostas de Jardim após Athletico x Flamengo

Influência da pré-convocação

"Acho que não pode servir de justificativa na nossa primeira parte. Com certeza sou da opinião de que uma Copa do Mundo, para muitos jogadores, é jogada apenas uma vez na carreira. Muitos deles com certeza estão, em termos emocionais, à espera que seja dado o veridito se vão ou não. Isso pode criar ansiedade. Só pode dizer o contrário quem não viveu futebol. Não é só na seleção brasileira. Tive a felicidade toda a minha vida de trabalhar com jogadores internacionais. Sempre que existia uma grande competição eu sentia em algumas situações que não metia o pé, porque era lance que podia acontecer uma lesão. A gente fala para o jogadores que está mais fácil se lesionar o que não meter o pé do que o que meter o pé. Hoje, como já disse, aquela entrada no Alex (Sandro) e no Paquetá vamos ver a situação dos dois, porque as marcas são bem visíveis."

Dificuldades da partida

"Sabia que ia ser um jogo difícil. Nos últimos 30 encontros aqui nesse estádio, o Athletico ganhou 17, com nove empates e só cinco vitórias do Flamengo. Primeiro tempo nosso não foi o melhor, fomos muito pacíficos, pouco pressionantes. Foi uma das coisas que ratificamos no intervalo, queríamos mais dinâmica. Não era justificativa ter sete fora dos que habitualmente jogam, não era razão para a etapa inicial que tivemos. Acabamos por valorizar este ponto, jogando, na minha opinião, muito melhor que o adversário na segunda parte."

Ausências de De la Cruz

"O De la Cruz, visto o jogo que o Vitória tem feito, já no Maracanã tive que tirá-lo no intervalo porque o Vitória é lançamento direto. E o nosso De la Cruz não é um jogador com essas características. É um jogador para ter a bola e teve dificuldades. Por isso o tirei no intervalo do primeiro jogo. Neste jogo, não ia cometer esse erro. Nossa aposta, por estarmos perdendo, foi mais Pedro e Bruno (Henrique), para termos mais agressividade na zona central. Tivemos não sei quantos lançamentos, criamos várias chances, mas acabamos não finalizando. Não é uma questão pessoal do De la Cruz, mas uma estratégia. Os dois volantes Jorginho e Evertton estavam bem no jogo (com o Vitória) e nossa decisão foi essa."

Atuação ruim da arbitragem

"Eu sou muito direto em relação a isso. Só faço comparações, mais nada. Comparo a tesoura do Carrascal. Tivemos duas ou três e nada foi marcado. O Evertton, contra o Corinthians, foi expulso por uma situação que hoje, se fosse a mesma regra, seriam dois expulsos do adversário. Não estou aqui para comentar, mas acho que os times têm aproveitado a possibilidade de ser mais agressivos acima da lei para bater em jogadores do Flamengo. Temos sete de fora, quatro ou cinco traumatismos. Não temos lesões musculares, só traumatismos. Uma pancada no joelho do Plata, o Erick (Pulgar), o Arrasca. Todos esses que têm estado de fora são traumatismos. Temos que ter algum cuidado, porque, se queremos bom futebol, não podemos deixar bater acima da lei. Dentro da lei, está tudo certo."

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