Investidor esportivo Ricardo Oliveira explica diferenças entre e-soccer e futebol virtual nas casas de apostas e indica o melhor para trabalhar

Há dois tipos de mercados nas casas de apostas que utilizam o futebol jogado em videogames: um deles é o clássico e-soccer, no qual dois players controlam seus times e duelam em busca da vitória; o outro é o futebol virtual, no qual a partida é controlada por algoritmos, ou seja, funciona como uma espécie de cassino.
Especialista em apostas esportivas, o trader Ricardo Oliveira, do perfil no Instagram "O Insta do Pai", com mais de 70 mil seguidores, falou um pouco sobre a diferença entre esses dois mercados e qual deles é o melhor para se investir.
"Se for o jogo no qual tem duas pessoas controlando os times, existe um jeito de pesquisar sobre esses jogadores: ver qual o melhor time, qual o melhor jogador, a média de gols que o time daquele cara faz por jogo. Ou seja, existem boas possibilidades de entrada em handicap, em número de gols na partida, mercado de ambas as equipes fazem gol ou não", explicou o influenciador.
"Baseado no histórico desses jogadores, pode-se analisar se o cara é muito bom, se faz muito gols; se ganha os jogos, mas tem uma defesa fraca. Tem como apostar neste mercado, sim, porque você vai estudar sobre aquele jogador que está manuseando o controle", completa.
Já o outro modo, controlado pelo computador, Ricardo Oliveira já não indica aos apostadores. Segundo ele, como os jogos são gravados e editados, não dá para ter a certeza de que não há manipulação.
"Os vídeos desses jogos possuem cortes. Isso dá brecha para a casa de apostas ver onde é o maior fluxo e cortar partes do jogo que irão contra ele, para que a casa vença. Não estou afirmando que as casas fazem isso, mas é uma possibilidade que existe", sugere. "Além disso, você não tem estatística e nem probabilidade nenhuma para analisar, o que se assemelha a um cassino. Eu não recomendo."
Por fim, aqueles que estão inclinados a começar a investir em jogos de futebol eletrônico, Ricardo Oliveira aconselha a seguir os mesmos protocolos de apostadores de qualquer outro esporte ou área, até mesmo em ações na bolsa de valores.
"Estude, pesquise, desenvolva um método, uma estratégia, valide esta estratégia - errando até que consiga uma assertividade que possa confirmá-la. No futebol virtual, pegue dois ou três jogadores que têm o controle na mão, pesquise sobre eles, quantos gols costumam fazer e levar por partida, para poder fazer entradas com base nos estudos que você fez. Escolha três, quatro jogadores, que seja, para você apostar sempre neles", indica.

Mais Esportes
Xbox Cloud Gaming: como jogar futebol sem precisar de console
Há 1 mês
Lance! Negócios
Compare a premiação da Copa do Mundo de Esports (EWC) com Copa do Brasil e Libertadores
Há 6 meses
Fora de Campo
Análise: EA Sports FC 26 tenta ouvir fãs ao apostar em mudanças
Há 9 meses
Futebol Feminino
Lateral do Real Madrid vibra ao se ver no videogame: 'Anos sonhando com isso'
Há 10 meses
Futebol Nacional
Brasileirão e EA FC: entenda as negociações entre a liga e o jogo
Há 10 meses
Fora de Campo
Maracanã? Empresa revela novos estádios no game EA FC 26
Há 10 mesesMais LANCE!

Game do UFC prevê vitória de brasileiro em Paris; confira

De Vini Jr a Messi: confira a lista de jogadores que investem no mercado de eSports

Pelo segundo ano, Tennis Clash fecha colaboração com o Australian Open

Valorant nos consoles: Testes iniciam em 2024

Quais são os dez melhores jogadores do "novo FIFA"?

Mortal Kombat 1 traz Liu Kang como Deus do Fogo e Raiden como mortal

Quando será lançado o "novo FIFA"?

Por que o game FIFA mudou de nome? Como ele se chama agora?

Sete melhores jogos de futebol para celular Android e iOS de 2023

Rei dos Coins e Playstation 5 anunciam Pré-Lançamento de Spider-Man 2

Bruno Carvalho analisa chances de brasileiros na Semana Olímpica de E-sports

Guilherme 'Speedmito' Marques comenta sobre chegada de nova plataforma de livestream no mercado eSports

Bruno Carvalho, influenciador e coach gamer, revela que em quatro anos o mercado de eSports deve dobrar no Brasil



