Tironi no Lance!: estamos diante de um novo Diniz no Corinthians?
O Corinthians foi destaque da rodada da Libertadores

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O Corinthians foi destaque da rodada da Libertadores. Venceu o Peñarol na Neo Química Arena por 2 a 0 nesta quinta-feira (30) e já tem a melhor campanha até agora entre os times brasileiros: três jogos, três vitórias.
Não se sabe como será o Corinthians depois da parada da Copa do Mundo, quando Fernando Diniz tiver mais tempo para treinar e implantar suas ideias no elenco. Mas, por enquanto, o que se vê é um time forte defensivamente, eficiente ofensivamente, mas com poucas características do que se acostumou a ver quando se trata de times dirigidos por Fernando Diniz.
No lugar do jogo trabalhado de pé em pé, que se inicia com o goleiro e passa por quase todos os jogadores, o que o Corinthians tem demonstrado até agora é um jogo de posse de bola, mas sem tratar o assunto como regra inquebrável.
Por muitas vezes, o Corinthians de Diniz faz lançamentos longos do campo de defesa, impedindo que o rival pressione a saída de bola e force o erro, problema muito comum em outros times do treinador.
A defesa exposta por jogar com as linhas muito avançadas também não aparece neste "neo-dinizismo". Até aqui, o time não tomou gol na Libertadores, pouco sofreu e jamais teve seus zagueiros muito expostos.
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Se há algo do Diniz a que nos acostumamos a ver neste time do Corinthians é a presença de um jogador que é uma espécie de maestro. No caso, Rodrigo Garro, que subiu muito de produção com o novo treinador e virou a figura mais importante, bem assessorada por Bidon.
O corintiano, por enquanto, está feliz da vida com o que tem visto neste começo de trabalho de Fernando Diniz. Podemos estar diante de uma nova forma de jogar de um treinador que sempre ficou muito marcado por ser rígido na forma como vê o futebol?

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