Ana Canhedo
31/07/2018
07:00
São Paulo (SP)

Se antes da pausa para a Copa do Mundo o Corinthians estava há quatro jogos sem ganhar no Campeonato Brasileiro (dois empates e duas derrotas), desde que o torneio voltou a ser disputado neste segundo semestre o time já soma três vitórias e apenas uma derrota nas quatro partidas. Às vésperas de inciar uma sequência decisiva para o futuro de 2018, o Timão parece ter recuperado a confiança necessária para embalar, fortalecendo o trabalho de Osmar Loss.

Embora tenha sofrido com a saída de alguns jogadores importantes, como o zagueiro Balbuena e o meia Rodriguinho, outros nomes chegaram para compor o elenco. Neste segundo semestre, cinco jogadores já chegaram. São eles: o lateral-esquerdo Danilo Avelar, o volante Douglas, o meia Ángelo Araos, do Chile, e os atacantes Jonathas e Sergio Díaz, do Paraguai.

Nesta quarta-feira, a equipe enfrenta a Chapecoense, na Arena, em Itaquera, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. No sábado, também na Arena, recebe o Atlético-PR, pelo Brasileirão. E já na semana seguinte, viaja para ao Chile para enfrentar o Colo-Colo, pelas oitavas da Libertadores. Os oito primeiros dias de agosto serão cruciais para ditar o futuro corintiano em 2018.

- Fico feliz de ter voltado para o time e o time ter voltado a vencer. Acho que vamos recuperando a confiança aos poucos. A gente sabe que saíram peças importantes, mas estamos entrosando novamente. Corinthians é sempre forte, acho que precisamos focar um pouco mais nos jogos que as vitórias virão - pondera Clayson, ao LANCE!

O atacante é um dos que ganhou a vaga no time titular nos últimos jogos e aos poucos se entrosa no time novamente. Em maio, ele passou por uma artroscopia no joelho direito e se recuperou a tempo de participar dos trabalhos do Corinthians durante a pausa da Copa do Mundo.  Ao lado de Pedrinho e Romero, formou um ataque que deu resultado na goleada por 4 a 1 diante do Vasco, em Brasília, no último domingo. 

- Antes da Copa, estávamos sem nove ou dez peças, sofremos muito com lesões, perdemos jogadores que foram para suas seleções, é difícil. Mexe muito a equipe, perdemos treinador. O treinador novo querendo ou não chega com suas ideias e tenta implantar. Era um momento de transição. Ficou no passado. Ficamos chateados. Agora, estamos conseguindo os resultados, mas os pés seguem no chão - pondera Cássio, que esteve com a Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.