Arthur Cabral - Fiorentina

Arthur Cabral posando com a camisa da Viola (Foto: Divulgação / Fiorentina)

LANCE!
17/02/2022
18:52
São Paulo (SP)

Antes da demissão do técnico Sylvinho, o principal foco do Corinthians no mercado era um centroavante de peso. Dentre os nomes especulados, surgiu a oportunidade em tentar Arthur Cabral, mas a negociação acabou não evoluindo, pois o Timão estava interessado em um empréstimo, enquanto o Basel, da Suíça, queria vendê-lo.

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O clube suíço fez negócio com a Fiorentina no final da janela de transferências europeia, vendendo o atacante para a Viola por 14,5 milhões de euros (R$ 86 milhões).

Em entrevista ao Blog do Rafael Reis, do portal UOL, o atacante abriu o jogo sobre a negociação sem sucesso com o Timão.

- Cara, eu não sei exatamente o que houve entre Corinthians e Basel, mas acho que teve a ver com os valores. Os números [da minha ida para a Fiorentina] realmente são muito altos para o padrão do futebol brasileiro. Mas eu nunca falei não para o Corinthians. Estava aberto para voltar ao país - disse Arthur Cabral.

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O centroavante de 23 anos acredita em suas chances de disputar a Copa do Mundo, e na visão dele, atuar em uma das principais ligas da Europa pode ser o diferencial para ele estar na lista final de Tite para o Qatar.

- É claro que tem projeto de carreira e realização de sonhos. Mas um dos fatores que mais motivam nessa transferência é ficar mais perto da convocação. Vivo esse sonho de estar com a seleção brasileira no fim do ano - ponderou.

Após impressionar vestindo a camisa do Ceará em 2018, Arthur foi contratado pelo Palmeiras, onde ficou oito meses e não teve sucesso. Ele revelou decepção durante seu período no Verdão, mas disse que evoluiu seu aspecto mental nesse tempo.

- É claro que fiquei decepcionado, foram oito meses muito difíceis [no Palmeiras]. Mas tudo serve de aprendizado. A gente vai ganhando experiência quando vive coisas novas. Eu representava o melhor time da América e tentava viver isso da melhor forma possível. A parte em que mais evoluí foi a psicológica. Viver o que vivi no Palmeiras me ajudou a chegar na Fiorentina, onde sei que também vou ter que brigar por vaga no time titular. Agora, já estou preparado para isso - concluiu.