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Franclim Carvalho defende esquema do Botafogo após derrota para o Remo: 'Bem postado'

Glorioso leva virada no segundo tempo e perde invencibilidade sob comando de Franclim

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Leonardo Bessa
Rio de Janeiro (RJ)
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Mauricio Luz
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 02/05/2026
18:45
Atualizado há 21 minutos
Franclim Carvalho Botafogo coletiva
imagem cameraFranclim Carvalho, técnico do Botafogo, durante entrevista coletiva após derrota para o Remo (Foto: Leonardo Bessa / Lance!)

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Técnico do Botafogo, Franclim Carvalho analisou a derrota para o Remo neste sábado (2), no Estádio Nilton Santos, pela 14ª rodada do Brasileirão. O Glorioso saiu na frente no primeiro tempo, mas sofreu com os contra-ataques adversários e cedeu a virada após o intervalo.

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Em entrevista coletiva após a partida, o treinador alvinegro defendeu o esquema adotado pela equipe. Questionado sobre a postura ofensiva e a fragilidade na transição defensiva, o português afirmou que o time está "mais bem postado".

— Essa é uma constatação sua. É sua opinião? Ok… Como eu já disse, temos uma ideia de propor jogo. Nós sofremos o primeiro gol em uma transição no meio de campo e estávamos em superioridade numérica. Marçal estava com uma bola controlada. O segundo gol: Matheus estava com um homem, Ferraresi, Vitinho e Danilo. Cruzamento de Vitinho, eram quatro contra três. Não recuperamos. Tem o chute e o rebote. Acho que estamos mais bem postados. Quando temos a posse, normal que estejamos mais expostos. O adversário colocou o Alef Manga de centroavante, então eles queriam esse estilo de jogo. Como já jogamos contra o Coritiba assim também. Estávamos precavidos para isso. Temos jogadores rápidos. Vamos ter muitos momentos assim. Não nos descuidamos de tudo. Há um processo coletivo com e sem a bola, mas é um fato que concedemos dois gols em transições — disse Franclim.

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O técnico lamentou o resultado em casa e citou chances perdidas pelo Botafogo ainda no primeiro tempo. Segundo o comandante alvinegro, a equipe teve boa atuação no início do jogo, mas perdeu o controle da patida.

— Entramos bem no jogo nos primeiros 15 minutos, fizemos um gol, tivemos mais duas ou três cahnces. Depois tivemos a do Kadir. O adversário teve uma, um lance que estava controlado, depois aparece na cara do Neto e o Neto defende. Bons primeiros 25, 30 minutos. Depois perdemos um pouco o controle. No intervalo fizemos alteração. Sentimos que precisávamos de mais gente por dentro para ligar Conseguimos ligar muitas vezes, mas não agredimos. Já fizemos gol no final, faz parte do futebol. Estamos desiludidos, tristes. Mas temos que focar na quarta-feira — afirmou.

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Franclim Carvalho Botafogo Remo
Franclim Carvalho duante duelo entre Botafogo e Remo (Foto: Vitor Silva / Botafogo)

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Outras respostas de Franclim Carvalho após Botafogo x Remo

Jogo propositivo

— Nós temos uma ideia de propor o jogo, controlar o jogo com a bola. Sofremos um primeiro gol em que tínhamos superioridade numérica atrás. Há um cruzamento que o Bastos acaba desviando para o adversário, um lance que estava controlado. O segundo gol, nós estávamos com quatro contra três. Eu acho que estamos mais equilibrados defensivamente, é a minha opinião. Quando tentamos controlar o jogo com a bola, é normal que estejamos mais expostos para as transições de adversários como esses. Temos jogadores de trás que são rápidos, podem recuperar. Sofremos dois gols de transições, mas é um processo coletivo com e sem a bola.

Chances perdidas ou falhas defensivas pesaram mais?

— No primeiro tempo, poderíamos ter feito mais gols. Tivemos chances de fazer o 2 a 0. Mas não conseguimos controlar o jogo com a bola no segundo tempo. Não podemos não fazer nenhum chute ao gol do adversário. Há uma junção - da falta de concretização e das transições defensivas. Quando Allan sentiu, poderia ter colocado um volante. Optei por ter mais um atacante porque o empate não nos satisfazia. Tínhamos seis jogadores na área adversária, porque queríamos ganhar o jogo. Tínhamos quatro contra três na defesa. Parece-me que o aspecto anímico pesou. Acho que junta as duas coisas, o primeiro tempo que não concretizamos, e o segundo tempo que nos expusemos.

Inconsistência entre Sul-Americana e Brasileirão

— São duas competições completamente diferentes. Estamos falando de uma competição longa, que acaba em dezembro. Não podemos ficar em euforia porque estávamos sete jogos sem perder e nem desesperados porque perdemos um jogo. Temos que ser serenos. Nem tudo estava bem, e eu frizava. Hoje, nem tudo está mal. No primeiro tempo, o Botafogo, vocês disseram, amassou o Remo. E poderíamos ter decidido o jogo. Sabemos que fizemos coisas mal, como já estávamos fazendo. Assim como fizemos coisas boas. Estamos desapontados com o resultado. Mas temos um jogo em atraso e muito Brasileiro pela frente. Estamos no nosso caminho.

Allan

— Não tenha dúvidas que o Allan é muito mais experiente que Medina. Portanto, se formos olhar só para experiência, Medina não jogaria nunca, só o Allan jogaria. O Medina estava bem, mas precisávamos estancar. O Allan tem essa experiência que você citou, com essa sensibilidade de ditar o jogo. Temos quatro empates, mas hoje preferia ter empatado que perdido. Se a nossa equipe recebe todos esses seus elogios ofensivamente, precisamos fazer mais gols. Não podemos fazer só um gol. Não foi o que aconteceu hoje.

Joaquín Correa e vaias

— Os jogadores são todos importantes. Quando olhamos para o jogo e temos os atletas à disposição, conhecemos as características. Não coloco porque gosto mais ou menos ou porque a torcida pede. Não podemos gerir a equipe de fora para dentro. Estou aqui para tomar decisões. É o meu papel. Quem decide sou eu, sou eu quem trabalho com os jogadores. O Allan se machucou, estávamos com o empate e tentamos arriscar. Optamos por colocar o Tucu pela questão da estatura. Teve dois lances que não definiu tão bem. O Tucu sempre teve poucos minutos comigo. Não é fácil entrar e fazer a diferença em 10, 15 minutos. Ele tem que conquistar espaço e tem trabalhado para isso.

Barboza

— O Barboza é um homem e tem que ser tratado como tal, olho no olho. Tivemos uma conversa com o Barboza ontem. Todos sabemos que há uma possibilidade (de sair). Hoje, treinou com os não relacionados. Depois de amanhã treinará normal e, na quarta-feira, conto com o Barboza, obviamente.

Atuação do Kadir

— Hoje foi, entendemos que foi o momento. Na quarta-feira vamos ver. Gosto de atacantes com as características do Kadir. É um menino que está a aprender e em crescimento muito rápido. Temos que ter paciência, está longe de ser um jogador feito. Ele joga com o desgaste da defesa e cria oportunidades. Temos que ter calma. Estava bem no jogo, mas precisávamos de mais gente por dentro para criar, por isso continuamos com o Cabral. Ele não saiu pelo rendimento, e sim por como olhamos para o jogo.

Gestão de elenco

— Eu não posso pensar em gestão de minutos quando ganho de 1 a 0. Não posso, temos mais minutos pela frente. Tenho que controlar o jogo que estamos a jogar. A opinião é unânime aqui que tivemos chances para criar e fazer mais. No segundo tempo, não senti isso isso desde o minuto 1. Tentei aos 63 ter dois jogadores mais experientes. O Allan pelo meio e o Marçal porque estavam atacando muito ali. Aos 85, se eu tivesse ganhando de 3 a 0, pensaria nisso. Mas com 1 a 0 com mais 30 minutos não posso pensar nisso.

Experimentar mais a base

— Experimentar? Não podemos experimentar nada, nós estamos no Botafogo. Porque se experimentarmos, aquele senhor chega e fala: "vai te embora". Eu não tenho tempo para experimentar. Nós temos que ganhar jogos. Foi o que nos sacrificou hoje. Não podemos experimentar nada. Sobre o segundo tempo, fizemos zero chutes. Uma equipe como o meu Botafogo não pode fazer isso. Tivemos muitas bolas que cruzaram a área, é verdade, mas não fizemos nenhum chute a gol. Tivemos 60% de posse de bola no segundo tempo, eles com menos fizeram 10 finalizações. Isso que temos que mudar. Não é o jogador A, B ou C. Com as substituições, procuramos ter mais a bola. Mas não tivemos a agressividade ofensiva. Temos que encontrar o equilíbrio. Edenilson, Matheus e Montoro têm que ser agressivos na frente. Não só eles. Não se trata de opções, se trata do equilíbrio da equipe. Com o falso controle do jogo, não conseguimos ameaçar o adversário. Não quero isso. Isso me diz nada. Quero controlar o jogo no campo do adversário, mas sem essas transições para os adversários. Temos que trabalhar em cima disso.

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