Ceni elogia luta do Bahia contra o Atlético-MG e defende goleiro após gol olímpico

Treinador destaca o aspecto físico do time em vitória heroica

PorRafael Santos do CarmoSalvador (BA)
13/07/2025 06:20
Rogério Ceni dá entrevista depois da partida contra o Galo (Foto: Letícia Martins / EC Bahia)
Rogério Ceni dá entrevista depois da partida contra o Galo (Foto: Letícia Martins / EC Bahia)

O Bahia acreditou até o último segundo, literalmente, para sair com a vitória por 2 a 1 na noite do último sábado contra o Atlético-MG, na Arena Fonte Nova. Vestido de Superman, o Tricolor abriu o placar com Juba, mas viu Hulk brilhar com gol olímpico já aos 45 minutos da etapa final. Aos 51, porém, Michel Araújo foi feliz em chute da entrada da área, levou a torcida à loucura e premiou a insistência do time.

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Em entrevista coletiva depois do jogo entre Bahia e Atlético, um dos pontos mais elogiados por Rogério Ceni foi a perseverança do grupo, que não deixou de acreditar na vitória mesmo depois de sofrer o gol de empate já nos acréscimos.

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— Não podemos desistir nunca. O torcedor tem que estar sempre do nosso lado. Acho que a gente não merecia sofrer o gol, seria frustrante o empate. Foi o único chute deles, tinha o vento, o Marcos ficou um pouco, um passo na frente para o que pede essa bola. O Hulk teve o mérito, pega muito bem na bola. Acontece, mas não era merecido — iniciou Ceni depois da vitória do Bahia contra o Atlético.

— Nós não deixamos de lutar até o final, literalmente até os últimos segundos. Isso mostra a briga, a luta, mesmo sem ter um time tão forte fisicamente. A gente nunca desiste do jogo, por isso que não pode vaiar o goleiro. Pode protestar depois, mas durante o jogo não — reforçou o treinador.

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A vaia que ele cita é justamente depois do gol olímpico marcado por Hulk, lance em que Marcos Felipe se coloca um pouco mais adiantado e vira alvo de críticas da torcida.

— Ninguém quer tomar gol, sei que é difícil, mas ninguém melhora com vaias durante o momento de tensão. Depois do jogo foi muito legal os aplausos, o incentivo.

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Físico do Bahia em dia contra o Atlético-MG

Everton Ribeiro duela com Arana (Foto: Letícia Martins / EC Bahia)
Everton Ribeiro duela com Arana (Foto: Letícia Martins / EC Bahia)

Além do aspecto anímico da equipe, Outro fator bastante elogiado por Ceni foi o físico da equipe, que respondeu bem a essas duas apresentações depois da parada e suportou a alta tensão do jogos em um curto intervalo de tempo

— Eles se cuidaram, chegaram muito melhores do que em janeiro. Foram passados alguns exercícios para eles não relaxarem. Hoje eu fiquei impressionado com a competitividade, nós jogamos há 72 horas. Me impressionou a parte física do time. O Atlético marca muito forte, pesado. Espero que a gente não pare por aqui, daqui a pouco temos jogo outra vez.

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Agora a missão do Rogério Ceni é manter a alta voltagem da equipe para o jogo decisivo marcado para as 21h30 desta terça-feira (horário de Brasília), na Arena Fonte Nova, contra o América de Cali, pelo jogo de ida dos playoffs da Sul-Americana.

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