icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
05/11/2013
18:32

A previsão é de casa cheia. Sabendo disso, o Grêmio se mobiliza para pedir ao seu torcedor que apoie durante os 90 minutos o time na decisão com o Atlético-PR, na Arena, na semifinal da Copa do Brasil. O técnico Renato Gaúcho, ídolo da massa tricolor, pede que os torcedores nem sentem para assistir ao jogo e reitera que não há razão para que se cobre o time, pela posição no G4 e o momento na competição de mata-mata, mesmo que não vença a cinco jogos.

- Acima de tudo, peço que o torcedor compareça. Tem que vir em massa e lotar a Arena. Tem que receber os jogadores no ônibus, no portão 1. Ter um grito só. Nem sentar. Desde que cheguei, é o jogo mais importante do ano. Acho que mais do que nunca o torcedor precisa dar uma resposta positiva - pediu o treinador gremista.

Os apupos que vieram das arquibancadas da Arena não ganham vez com Renato. Após o 0 a 0 com o Bahia, algumas vaias surgiram no estádio. O treinador, porém, não cansa de exaltar o tempo do Grêmio no G4 do Brasileirão e a presença na semifinal da Copa do Brasil, com o jogo aberto, mesmo que em desvantagem, para pedir apoio incondicional. Não há o que reclamar, na visão do treinador. Diz que a razão para as cobranças são as vitórias de outrora.

- O torcedor está mal acostumado. Com vitórias. Talvez seja por isso. Não pode ganhar todas. O meu discurso é perguntar para vocês e para torcedor, qual o torcedor, da imprensa, que não gostaria de ver seu time na semifinal da Copa do Brasil e no G4 há 21 rodadas? O que o torcedor tem para reclamar? Meia dúzia, que não sei nem se são gremistas. Se Deus não agradou a todos, será que o Renato ia agradar a todo mundo? Outros treinadores tiveram seis ou sete oportunidades e não chegaram em nenhuma final. Não sei mais o que é futebol se isso é ruim. Se não está bom... tem vários esquemas, mas amanhã vão sentar no sofá e vão ver o Grêmio jogar. De repente os esquemas são melhores. O melhor é o que dá resultado, para quem entende de futebol - discursou Renato.