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08/07/2013
18:14

Contra o Flamengo, ao entrar aos 18 minutos da etapa final, o zagueiro Emerson pôs fim a uma longa inatividade. Não jogava desde o dia 31 de julho do ano passado, quando fraturou o dedo do pé direito, na derrota do Coritiba para o Grêmio por 1 a 0, em jogo que foi válido pela Copa Sul-Americana.

A expectativa da torcida pela volta do seu camisa 3 era enorme. Um dos ídolos do atual elenco do Alviverde, Emerson já colocou seu nome na História do clube. Foi dele o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Caxias, que fez o Coritiba alcançar o recorde de 24 vitórias consecutivas (o jogo contra os gaúchos foi o triunfo de número 22, superando a marca do Palmeiras de 1996). Além disso, ele é o segundo maior zagueiro-artilheiro do Coxa, com 21 gols assinalados.

Aos 30 anos, Emerson admite que ainda sente um leve incômodo no pé, mas diz que estava mais do que preparado para voltar a jogar.

Em entrevista ao LANCE!, antes da partida contra o Flamengo, no último sábado, o defensor também revelou que estava ansioso pelo retorno, mas destaca que a briga pela titularidade será complicada.

– É bom ter esta concorrência. Dá qualidade a todos os setores e eu vou procurar fazer o meu papel e colocar a dúvida na cabeça do Marquinhos Santos. Estou recuperando a parte física, o tempo de bola, para ajudar o time a se manter na ponta – declarou o zagueiro.

Como está sua ansiedade por voltar a jogar depois de tanto tempo?

Estou muito feliz por poder voltar a treinar com o grupo, entrar nos jogos. Agora, preciso buscar a recuperação da parte física o mais rapidamente possível. Quero entrar em campo e voltar a dar alegrias ao torcedor.

Seu pé já está 100%?

Dói um pouco ainda, mas é uma dor suportável. Tanto que já deu para treinar e jogar. Estou bastante feliz com os meus resultados. Venho treinando há bastante tempo e estou participando de coletivos.

E qual a sensação de ficar tanto tempo longe dos gramados?

Foi muito ruim. Jogador de futebol depende do corpo, e a gente fica triste de não estar em condições de entrar em campo para fazer o nosso trabalho. Foram meses de tratamento e de recuperação, mas acredito que tudo tem um propósito. Sei que não foi por acaso que isto aconteceu. Agora, quero voltar muito bem para dar o meu melhor.

Você já conseguiu esquecer o que aconteceu?

A lesão é uma página virada. O que tinha que acontecer, já aconteceu. É sempre bom voltar à equipe bem.

Um dos seus pontos fortes sempre foi a cabeçada. Inclusive, você já marcou 21 gols pelo Coritiba. Vem treinando este fundamento também no dia a dia?

Estou treinando bastante os meus fundamentos mais fortes. Claro que, por não jogar há muito tempo, o tempo de bola não é mais o mesmo. Mas estou sempre procurando aprimorar, para chegar bem aos jogos.

Quando você se lesionou, era titular absoluto. E agora, como será a disputa por uma vaga?

A briga será muito boa para o Coritiba. A equipe está bem. E é bom ter essa concorrência. Dá qualidade a todos os setores e eu vou procurar fazer o meu papel e colocar a dúvida na cabeça do Marquinhos Santos

Nas cinco primeiras rodadas, antes do recesso para a Copa das Confederações, o Coxa só sofreu três gols. Os atuais titulares estão dando conta do recado?

Eles estão muito bem, e tem também os que estão no banco de reservas. Isto só dá qualidade para a defesa do Coritiba. Tenho de trabalhar mais fortemente para quando surgir a oportunidade de voltar ao time titular, eu possa me sair bem.

Você sempre foi um dos líderes do grupo. Como vai ser dividir esta responsabilidade com o Alex?


Acompanho os jogos e vejo como o Alex é diferenciado, comanda o time. É sempre bom jogar ao lado de atletas da qualidade dele, que tem um nome conhecido mundialmente.

Você sempre despertou o interesse de vários clubes, e em 2011 chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Acredita que esta lesão fez com que perdesse espaço nacionalmente?

Quando você fica um tempo fora, acaba sendo um pouco esquecido. Mas eu tive aquela convocação, sou um pouco conhecido no Brasil e, voltando a jogar, eu terei que recuperar aquele bom futebol. Mas meu foco é primeiramente o Coritiba. Tenho contrato aqui e farei o meu trabalho dentro do clube, para meu nome ser lembrado por todos novamente.

Mas você sonha em voltar a ser convocado?

É normal se destacar e vestir a camisa da Seleção Brasileira. Primeiramente, temos que sempre procurar fazer o melhor no nosso clube, para depois pensar em Seleção.

Você fez parte daquele elenco de 2011 que somou 24 vitórias consecutivas e chegou à final da Copa do Brasil. E este ano, o Coxa também vem fazendo história, ao ter liderado o Brasileirão na era dos pontos corridos pela primeira vez. Tem como comparar os dois elencos?

O de 2011 foi um time muito bom. Querendo ou não, entrou para a História com a sequência de 24 vitórias e dificilmente será batido. Mas cada equipe tem suas qualidades. Em 2011 nos juntamos, nos unimos e batemos metas. A deste ano é uma equipe muito boa também e estamos mais maduros. Dois anos atrás, tivemos a derrota para o Atlético-PR na última rodada que nos fez perder a vaga da Libertadores. Este ano, se nos mantivermos na disputa, certamente não vamos repetir o erro.

Aquela derrota na última rodada em 2011 para o Atlético-PR serve como lição para este ano?

Serve sim, com certeza. Mas agora chegaram jogadores experientes e vencedores, como Alex, Deivid, Lincoln. Acredito que isto fará muita diferença na hora de uma decisão ou em uma reta final de competição, com toda a certeza.

Contra o Flamengo, ao entrar aos 18 minutos da etapa final, o zagueiro Emerson pôs fim a uma longa inatividade. Não jogava desde o dia 31 de julho do ano passado, quando fraturou o dedo do pé direito, na derrota do Coritiba para o Grêmio por 1 a 0, em jogo que foi válido pela Copa Sul-Americana.

A expectativa da torcida pela volta do seu camisa 3 era enorme. Um dos ídolos do atual elenco do Alviverde, Emerson já colocou seu nome na História do clube. Foi dele o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Caxias, que fez o Coritiba alcançar o recorde de 24 vitórias consecutivas (o jogo contra os gaúchos foi o triunfo de número 22, superando a marca do Palmeiras de 1996). Além disso, ele é o segundo maior zagueiro-artilheiro do Coxa, com 21 gols assinalados.

Aos 30 anos, Emerson admite que ainda sente um leve incômodo no pé, mas diz que estava mais do que preparado para voltar a jogar.

Em entrevista ao LANCE!, antes da partida contra o Flamengo, no último sábado, o defensor também revelou que estava ansioso pelo retorno, mas destaca que a briga pela titularidade será complicada.

– É bom ter esta concorrência. Dá qualidade a todos os setores e eu vou procurar fazer o meu papel e colocar a dúvida na cabeça do Marquinhos Santos. Estou recuperando a parte física, o tempo de bola, para ajudar o time a se manter na ponta – declarou o zagueiro.

Como está sua ansiedade por voltar a jogar depois de tanto tempo?

Estou muito feliz por poder voltar a treinar com o grupo, entrar nos jogos. Agora, preciso buscar a recuperação da parte física o mais rapidamente possível. Quero entrar em campo e voltar a dar alegrias ao torcedor.

Seu pé já está 100%?

Dói um pouco ainda, mas é uma dor suportável. Tanto que já deu para treinar e jogar. Estou bastante feliz com os meus resultados. Venho treinando há bastante tempo e estou participando de coletivos.

E qual a sensação de ficar tanto tempo longe dos gramados?

Foi muito ruim. Jogador de futebol depende do corpo, e a gente fica triste de não estar em condições de entrar em campo para fazer o nosso trabalho. Foram meses de tratamento e de recuperação, mas acredito que tudo tem um propósito. Sei que não foi por acaso que isto aconteceu. Agora, quero voltar muito bem para dar o meu melhor.

Você já conseguiu esquecer o que aconteceu?

A lesão é uma página virada. O que tinha que acontecer, já aconteceu. É sempre bom voltar à equipe bem.

Um dos seus pontos fortes sempre foi a cabeçada. Inclusive, você já marcou 21 gols pelo Coritiba. Vem treinando este fundamento também no dia a dia?

Estou treinando bastante os meus fundamentos mais fortes. Claro que, por não jogar há muito tempo, o tempo de bola não é mais o mesmo. Mas estou sempre procurando aprimorar, para chegar bem aos jogos.

Quando você se lesionou, era titular absoluto. E agora, como será a disputa por uma vaga?

A briga será muito boa para o Coritiba. A equipe está bem. E é bom ter essa concorrência. Dá qualidade a todos os setores e eu vou procurar fazer o meu papel e colocar a dúvida na cabeça do Marquinhos Santos

Nas cinco primeiras rodadas, antes do recesso para a Copa das Confederações, o Coxa só sofreu três gols. Os atuais titulares estão dando conta do recado?

Eles estão muito bem, e tem também os que estão no banco de reservas. Isto só dá qualidade para a defesa do Coritiba. Tenho de trabalhar mais fortemente para quando surgir a oportunidade de voltar ao time titular, eu possa me sair bem.

Você sempre foi um dos líderes do grupo. Como vai ser dividir esta responsabilidade com o Alex?


Acompanho os jogos e vejo como o Alex é diferenciado, comanda o time. É sempre bom jogar ao lado de atletas da qualidade dele, que tem um nome conhecido mundialmente.

Você sempre despertou o interesse de vários clubes, e em 2011 chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Acredita que esta lesão fez com que perdesse espaço nacionalmente?

Quando você fica um tempo fora, acaba sendo um pouco esquecido. Mas eu tive aquela convocação, sou um pouco conhecido no Brasil e, voltando a jogar, eu terei que recuperar aquele bom futebol. Mas meu foco é primeiramente o Coritiba. Tenho contrato aqui e farei o meu trabalho dentro do clube, para meu nome ser lembrado por todos novamente.

Mas você sonha em voltar a ser convocado?

É normal se destacar e vestir a camisa da Seleção Brasileira. Primeiramente, temos que sempre procurar fazer o melhor no nosso clube, para depois pensar em Seleção.

Você fez parte daquele elenco de 2011 que somou 24 vitórias consecutivas e chegou à final da Copa do Brasil. E este ano, o Coxa também vem fazendo história, ao ter liderado o Brasileirão na era dos pontos corridos pela primeira vez. Tem como comparar os dois elencos?

O de 2011 foi um time muito bom. Querendo ou não, entrou para a História com a sequência de 24 vitórias e dificilmente será batido. Mas cada equipe tem suas qualidades. Em 2011 nos juntamos, nos unimos e batemos metas. A deste ano é uma equipe muito boa também e estamos mais maduros. Dois anos atrás, tivemos a derrota para o Atlético-PR na última rodada que nos fez perder a vaga da Libertadores. Este ano, se nos mantivermos na disputa, certamente não vamos repetir o erro.

Aquela derrota na última rodada em 2011 para o Atlético-PR serve como lição para este ano?

Serve sim, com certeza. Mas agora chegaram jogadores experientes e vencedores, como Alex, Deivid, Lincoln. Acredito que isto fará muita diferença na hora de uma decisão ou em uma reta final de competição, com toda a certeza.