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08/03/2014
16:41

No dia 29 de dezembro de 2013, Michael Schumacher foi internado no Hospital de Grenóble, na França, após sofrer um acidente de esqui e chocar sua cabeça numa rocha. Desde então, a mídia europeia diverge nas reportagens sobre o estado de saúde do alemão.

O jornal "Bild", alemão como o ex-piloto, publica diversas notas otimistas sobre o assunto. A última, ontem, afirma que após quatro semanas em coma, o processo de despertar mostra resultados a partir da quinta semana e, por estar tanto tempo "em sono profundo", é normal uma certa demora dos músculos se acostumarem e "acordarem".

Já o italiano "La Gazzetta dello Sport", que mantinha contato constante com Schumi quando ele corria na escuderia italiana, Ferrari, vai além. De acordo com o periódico, o piloto já respira sem aparelhos, reconhece vozes amigas e vem recebendo ajuda de seus antigos chefes de equipe, Ross Brawn e Jean Todt, que tentam estimular o cérebro de Schumacher com conversas e memórias da época de Ferrari.

Conhecido pela sempre fervorosa cobertura automobilística, os diários ingleses são os mais pessimistas. O "The Telegraph" e o "Daily Mail" publicaram notas nesta sexta-feira afirmando que a família de Schumacher foi informada que somente um milagre salvará o alemão e que o estado dele é péssimo, com tubos alimentado-o, suprindo ar, remédio e removendo detritos de seu corpo.

Todas as informações são rechaçadas pela assessoria do atleta, que pede que as pessoas somente acreditem nos boletins oficiais disponibilizados por eles. O jornal francês "L'Equipe", do país onde Schumi está internado, segue a risca esse pedido e, desde a internação do ex-piloto, somente publicou tais boletins.

Talvez a opnião mais "pessimista" sobre o estado de Schumacher tenha vindo do ex-médico da Fórmula 1, Gary Hartstein, que, em seu blog pessoal, afirmou que o tempo de recuperação dele está acima do normal e, depois de tanto tempo em coma, é quase impossível que ele acorde sem sequelas e viva uma vida normal.