icons.title signature.placeholder Bruno Quaresma, Bruno Rodrigues e Guilherme Palenzuela
icons.title signature.placeholder Bruno Quaresma, Bruno Rodrigues e Guilherme Palenzuela
16/07/2013
10:00

Decisão de título fora de casa, em má fase, contra o arquirrival que no ano passado sagrou-se campeão da Libertadores e do Mundial. Em primeiro plano, o cenário da segunda final da Recopa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra o Corinthians, no Pacaembu, é completamente desfavorável ao São Paulo, mas pode confirmar-se como um aliado a partir dos últimos resultados do Tricolor e da preferência dos jogadores pelo estádio.

O São Paulo não perdeu nos últimos quatro jogos que fez no Pacaembu. Em dois deles, vitórias contra o Corinthians. Triunfos nos dois turnos do Brasileirão de 2012, e com time reserva no último, frente à equipe do Corinthians que dias depois embarcaria para o Japão para a disputa do Mundial. Nas outras duas partidas, empate em 1 a 1 com o Arsenal (ARG), pela Libertadores deste ano, e goleada por 5 a 0 sobre a Universidad de Chile (CHI), pelas quartas de final da Sul-Americana do ano passado.

No elenco do São Paulo, há quem acredite que os bons resultados no Pacaembu não acontecem por acaso. Alguns jogadores da equipe preferem atuar no estádio, e avaliam que as dimensões menores do gramado encaixam com a forma de jogo do Tricolor.

A decisão no Pacaembu ainda acontece no pior momento do São Paulo no Morumbi em toda a história. Após perder para o Bahia por 2 a 1, no último dia 10, o Tricolor chegou à quarta derrota consecutiva no estádio pela primeira vez desde a inauguração, em 1960. Antes, os tropeços aconteceram contra Santos, Corinthians e Goiás.

Nesta quarta, os placares dos últimos dois Majestosos no Pacaembu servem para que o São Paulo não dê o título ao Corinthians. Com o placar de 2 a 1 favorável ao rival no primeiro jogo, no Morumbi, qualquer vitória são-paulina por um gol leva a decisão para a prorrogação. Se ainda empatado, o campeão será definido nos pênaltis. Uma vitória por dois gols ou mais, como o 3 a 1 de dezembro passado, leva a taça para o Morumbi.

Decisão de título fora de casa, em má fase, contra o arquirrival que no ano passado sagrou-se campeão da Libertadores e do Mundial. Em primeiro plano, o cenário da segunda final da Recopa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra o Corinthians, no Pacaembu, é completamente desfavorável ao São Paulo, mas pode confirmar-se como um aliado a partir dos últimos resultados do Tricolor e da preferência dos jogadores pelo estádio.

O São Paulo não perdeu nos últimos quatro jogos que fez no Pacaembu. Em dois deles, vitórias contra o Corinthians. Triunfos nos dois turnos do Brasileirão de 2012, e com time reserva no último, frente à equipe do Corinthians que dias depois embarcaria para o Japão para a disputa do Mundial. Nas outras duas partidas, empate em 1 a 1 com o Arsenal (ARG), pela Libertadores deste ano, e goleada por 5 a 0 sobre a Universidad de Chile (CHI), pelas quartas de final da Sul-Americana do ano passado.

No elenco do São Paulo, há quem acredite que os bons resultados no Pacaembu não acontecem por acaso. Alguns jogadores da equipe preferem atuar no estádio, e avaliam que as dimensões menores do gramado encaixam com a forma de jogo do Tricolor.

A decisão no Pacaembu ainda acontece no pior momento do São Paulo no Morumbi em toda a história. Após perder para o Bahia por 2 a 1, no último dia 10, o Tricolor chegou à quarta derrota consecutiva no estádio pela primeira vez desde a inauguração, em 1960. Antes, os tropeços aconteceram contra Santos, Corinthians e Goiás.

Nesta quarta, os placares dos últimos dois Majestosos no Pacaembu servem para que o São Paulo não dê o título ao Corinthians. Com o placar de 2 a 1 favorável ao rival no primeiro jogo, no Morumbi, qualquer vitória são-paulina por um gol leva a decisão para a prorrogação. Se ainda empatado, o campeão será definido nos pênaltis. Uma vitória por dois gols ou mais, como o 3 a 1 de dezembro passado, leva a taça para o Morumbi.