icons.title signature.placeholder Daniel Guimarães
11/06/2014
11:01

Aos dez minutos do segundo tempo da última partida do Vasco antes da paralisação para a Copa do Mundo, contra o Boa, Adilson Batista chamou o garoto Dakson para substituir Rafael Silva. Foram 35 minutos em campo, um bonito gol, elogios do treinador e uma esperança renovada. A atuação na partida em Varginha fez com que o camisa 20 tenha expectativa de um segundo semestre com mais oportunidades.

No Vasco há quase dois anos, o meia nunca conseguiu uma boa sequência de atuações, mesmo com o rodízio de treinadores neste período. Talvez, a permanência dele no clube até hoje se deva a Gaúcho, que, nas últimas partidas do Campeonato Brasileiro de 2012, após a saída de Marcelo Oliveira, apostou no então garoto desconhecido vindo do futebol búlgaro. E ele, então encostado, entrou em dois clássicos e se manteve no elenco.

Logo que Adilson chegou, no fim do ano passado, não pôde contar com Dakson, que estava entregue ao departamento médico para se recuperar de uma lesão muscular na coxa direita. Porém, na atual temporada, o treinador o colocou em apenas algumas partidas. Mas, com a fase instável pela qual a equipe passa, ele pode se tornar uma opção para modificar o time e fazer com que as vitórias do Cruz-Maltino voltem a acontecer com a frequência que era esperada na Série B.

- Dakson entrou muito bem, nos ajudou não só no gol - disse Adilson, logo após a vitória sobre o Boa.

Foi o primeiro gol em oito jogos neste ano. Com ele em campo, apenas uma derrota e cinco vitórias. Dakson espera que balançar as redes contra o Boa tenha significado também a mudança de vento para ele em São Januário. E que novas chances venham, assim como a afirmação.