icons.title signature.placeholder Christian Girón, do Diez
06/03/2014
15:47

A despedida da seleção de Honduras de casa antes da Copa não poderia ser melhor . Um bom futebol, experiências válidas e a confirmação de que a equipe pode, no Brasil, ser guerreira e nos dar esperanças de uma boa campanha.

Diante da Venezuela, o 2 a 1 não foi um placar largo. mas isso é o de menos. O que valeu foi ver o entrosamento que a bicolor tem com a torcida catracha, que espera atuações nobres e dignas no Mundial.

O início do jogo prometeu muito. Time veloz diante de um rival que se sentia acuado para atacar. Tão bom que aos quatro minutos Nadar, jogardo do Anderlecht (BEL) e o melhor em campo, quase abriu o placar. O goleiro Morales evitou. Mas não conseguiu parar a finalização de Jerry Bengston, que abriu 1 a 0 aos sete minutos após receber passe magistral de Boniek. Bengston, com frieza no arremate, mostrou a qualidade que fez dele o artilheiro de Honduras nas Eliminatórias.

Honduras estava absoluta na criação e tinha apenas ligeiras desconcentrações na defesa. Só que isto acabou permitindo o empate venezueladno numa cobrança de falta de Rómullo Otero.

O empate desconcentrou Honduras, que por pouco não foi para o intervalo em desvantagem. Houve momentos de pânico que urgiam um descanso para que as peças fossem reacomodadas.

Suárez iniciou o segundo tempo com quatro mudanças. Deu velociadade ao seu ataque com Quioto e Rony Martinez. Fez estrear Bryan Acosta e fortaleceu a defesa com Delgado. A fórmula resultou aos quatro minutos, no segundo gol. Após um passe longo de Figueroa e um erro de Vizcarrondo, Jerry Palacios pegou a bola e colocou 2 a 1 no placar.

Resultado justo para um jogo que após o gol foi um monólogo, com Honduras buscando o ataque aproveitando a velocidade de Quioto. O gol não saiu, mas a despedida em solo nacional foi com vitória e harmonia dos jogadores com os seus torcedores.