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05/06/2014
20:23

A temporada de 2014 está chegando em sua metade, mas dá para dizer que vai começar agora para os judocas. Isso porque, a partir do Grand Prix de Havana, em Cuba, desta sexta-feira até domingo, os pontos conquistados no ranking mundial vão valer para a classificação olímpica.

Para a definição dos classificados aos Jogos Olímpicos de 2016, a pontuação conquistada pelos atletas no momento será zerada até a Rio-2016. O que os lutadores conquistarem um ano antes da Olimpíada vai valer 50% e o que foi somado dois anos antes, 25%.

Não dá para dizer que tudo o que os atletas conquistaram até agora de nada vale. Afinal, a situação atual serve para definir os cabeças de chave dos torneios e quem está melhor classificado pode levar vantagem nas chaves.

A disputa em Cuba vai dar 300 pontos para o primeiro colocado, 180, para o segundo e 120, para os terceiros. O Brasil vai ter uma das maiores delegações na competição, com 15 atletas convocados.

Nesta sexta-feira, cinco judocas do Brasil entram no tatame: Sarah Menezes (categoria até 48kg), Érika Miranda (até 52kg), Raquel Silva (até 52kg), Eric Takabatake (até 60kg) e Diego Santos (até 60kg).

– Tenho certeza que fiz uma boa preparação, pois consegui juntar todas as áreas. Além da parte física e técnica, dei ênfase para outras áreas como a nutricional e a psicológica. Estou muito confiante e quero representar bem o Brasil – afirmou Santos.

Por conta do revezamento de atletas nas competições feito pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ), a campeã mundial até 57kg, Rafaela Silva, não vai participar do torneio em Cuba. Atual líder do ranking entre os pesados (mais de 100kg), Rafael Silva também não viajou para participar do Grand Prix cubano.