Chumacero

Chumacero, ex-Sport Recife, foi o mais assediado no hotel do The Strongest, nesta terça (Foto: Ana Canhedo)

Ana Canhedo
17/02/2016
07:30
São Paulo (SP)

O The Strongest (BOL) entrará em campo na noite desta quarta-feira, às 19h30, no estádio do Pacaembu, ciente do rival difícil que tem pela frente. Prova disso é a declaração do meio-campista Alejandro Chumacero, ao LANCE!, na tarde desta terça-feira, ainda no hotel, antes do treino de reconhecimento no gramado no palco da partida contra o São Paulo, na estreia dos bolivianos na fase de grupos da Copa Libertadores. 

– É claro que sabemos que o São Paulo tem jogadores com distintas qualidades, todos perigosos, principalmente Ganso, já jogamos contra ele duas vezes já, conhecemos.

A delegação do The Strongest se concentra em um hotel no Jardim Europa, área nobre da cidade de São Paulo. A imprensa boliviana acompanha de perto os jogadores no Brasil e aposta em uma vitória convincente, mesmo diante de um rival considerado um dos mais fortes do grupo 1 da competição. 

– Temos que ser inteligentes, nos postar bem em campo para conseguirmos vencer o São Paulo, descansamos bem, ainda estamos um pouco cansados, mas na hora do jogo tudo isso passa. Eles jogam em casa, portanto a pressão é toda do São Paulo – completou Chumacero.

Ciente de que o páreo no Pacaembu será duríssimo, mas confiante no elenco boliviano, o meia, que já defendeu as cores do Sport Recife por dez jogos em 2013, acredita que a postura do The Strongest no campo rival será determinante para o resultado final do jogo.

– Vamos estar super bem para a partida, estamos tranquilos e sabemos que não nos faltará atitude e vontade nesta partida – agregou.

Depois do confronto contra o São Paulo, o The Strongest terá pela frente o Trujillanos, da Venezuela, considerado o mais fraco do grupo 1, que ainda conta com o tradicional argentino River Plate, próximo adversário do Tricolor Paulista.

Chumacero foi formado no The Strongest, único clube de sua carreira além do Sport. O meia de 24 anos foi contratado pelo clube de Recife por cinco anos, mas não teve espaço entre os titulares rubro-negros e acertou o retorno à Bolívia.