Alexandre Mattos - Palmeiras

Mattos diz que elenco do Palmeiras terá apenas ajustes para 2018 - FOTO: Cesar Greco

Fellipe Lucena e Marcelo Laguna
18/10/2017
08:00
São Paulo (SP)

O Palmeiras já contratou o zagueiro Emerson Santos, do Botafogo, e é forte candidato a contratar Lucas Lima, meia do Santos e um dos principais nomes da próxima janela de negociações. Mas Alexandre Mattos, diretor de futebol do clube, tenta colocar um freio em quem espera mais um pacotão de reforços.

- O Cuca chegou e a gente modificou muito o elenco. Vamos lembrar aqui: a gente contratou Mayke, Luan, Deyverson, Juninho, Bruno Henrique, o retorno do Valentim... Todo treinador que chega, obviamente, tem um perfil, uma coisinha ou outra que é modificada, natural isso. Vai acontecer com o Palmeiras, mas a gente sabe que o Palmeiras hoje precisa de muito pouca coisa, 80%, 85% do elenco já estão lá - disse o dirigente.

- Agora, depois de dois anos e dez meses (tempo que está no clube), a gente pode finalmente fazer a coisa com calma. O Palmeiras precisou investir e radicalizar em 2015, e quando você contrata muito, obviamente você erra muito, então precisou continuar fazendo ajustes. Esse ano é uma ou outra coisinha, uma ou outra situação que já está clara, que vocês já perceberam - emendou.

Além da zaga e do meio de campo, posições de Emerson Santos e Lucas Lima, o Palmeiras tem deficiências nas laterais, sobretudo a esquerda. Um goleiro também pode chegar.

- A gente vai fazer com muita tranquilidade, a não ser pelo imponderável. O Palmeiras não pretende vender ninguém, mas se sair um jogador de alguma posição, vamos ter que buscar outro, se não tiver na base. Importante dizer também que a base do Palmeiras vai começar a dar frutos. Se o profissional precisava radicalizar no profissional, imagine na base - comentou Mattos, ainda sem abrir possibilidade para a efetivação de Alberto Valentim e prevendo ainda mais pressão ano que vem:

- É tudo muito precoce, vamos ver como vai ser o andamento do ano. A gente sabe que o Palmeiras, hoje, tem uma pressão muito grande. Ficou muito forte essa pressão, e ano que vem vai ser mais ainda, porque é ano eleitoral e nesse ano está muito difícil a conquista de um título.