Cuca

Cuca não esconde que a prioridade é faturar o Brasileiro (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

LANCE!
17/10/2016
17:32
Guarulhos  (SP)

A vitória por 2 a 1 sobre o Figueirense, domingo, em Florianópolis, ampliou a vantagem do Palmeiras na liderança do Brasileirão para quatro pontos. No desembarque da delegação em Guarulhos, nesta segunda-feira à tarde, o técnico Cuca admitiu que o favoritismo é alviverde, mas avisou que será preciso manter os pés no chão nas sete rodadas finais.

- É fazer o feijão com arroz, ter o pé no chão, muita calma. Quatro pontos parece bastante, mas é muito pouquinho. Temos de fazer o máximo a cada rodada e no fim sair campeão, mas é rodada a rodada. Tem o favoritismo, mas a vantagem é muito curta - disse Cuca.

O Verdão agora foca as suas atenções para a Copa do Brasil, já que recebe o Grêmio na quarta-feira, no jogo de voltas pelas quartas de final - a ida, em Porto Alegre, teve vitória gaúcha por 2 a 1. A tendência é de time reserva, mesmo precisando do resultado.

- Tem de ser bem analisado. Chegando na Academia de Futebol, quero que o fisiologista tire o CK (enzima que indica desgaste muscular) de cada um. Temos de ter cuidado para não perder jogador machucado, isso é fundamental na reta final. Há muitos anos que o Palmeiras busca esse título brasileiro. Se você for analisar, está mais próximo que a Copa do Brasil. Se tiver de priorizar, vai ser priorizado o Brasileiro. Em cima das avaliações do departamento médico e fisiológico, nós vamos definir. Provavelmente quem tiver mais desgaste vai ficar fora. Mas temos um bom grupo e vamos jogar para passar, independentemente de quem vai jogar - explicou Cuca, que ainda falou sobre o pênalti marcado sobre Gabriel Jesus, que gerou revolta do Figueirense.

- O Gabriel Jesus está com um hematoma grande no rosto pela cotovelada, está roxo. Se foi intencional ou não foi, não cabe a mim. Se é no meio de campo, ia ser dada a falta. O árbitro estava a três metros do lance, então estava bem colocado. A chance de errar estando a três metros do lance é mínima