RADAR/LANCE!
09/09/2016
18:23
Rio de janeiro (RJ)

A 23ª rodada do Campeonato Brasileiro não ficou restrita a boas partidas, destaques e até mesmo a goleada. Pelos gramados do país afora, torcedores se depararam com lances para lá de curiosos.

Entre dribles, erros e acertos, o LANCE! elenca abaixo o inusitado de mais uma rodada do Brasileirão.

HINO BAIXINHO, BAIXINHO...

No clássico Vovô na Ilha do Governador, o Hino Nacional saiu com um som tão baixo, mas tão baixo, a ponto de as torcidas de Botafogo e Fluminense não escutarem.

LOVE IS IN THE AIR NO SCARPELLI

No intervalo do jogo entre Figueirense e Atlético-PR , o mascote do time anfitrião tirou a máscara e, no gramado do Orlando Scarpelli, pediu a namorada em casamento diante dos torcedores.

UMA BOLA MURCHA, DUAS, TRÊS, QUATRO, CINCO VEZES...

Por cinco vezes, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento teve de parar o jogo entre Flamengo e Ponte Preta, em Cariacica (ES) porque a bola estava murcha.

BANHEIRA COLOMBIANA

O zagueiro Mina estava impedido no momento da cobrança de falta no gol de empate palmeirense. A assistente FIFA Nadine Bastos não conseguiu ver e validou o gol. Apesar de ter sido um lance difícil, foi numa jogada de bola parada, o que deveria facilitar a decisão. 

APITOU, TÁ APITADO

Mais um lance curioso no clássico: desta vez envolvendo o goleiro Denis e o atacante Dudu. O árbitro FIFA Sandro Meira Ricci marcou corretamente falta de Dudu no goleiro, porque impediu que Denis repusesse a bola depois de uma defesa. Até aí tudo normal: falta e tiro livre indireto a favor do Tricolor. No entanto, o árbitro voltou atrás e reiniciou o jogo com bola ao chão, beneficiando o infrator. Ninguém entendeu a decisão do árbitro, que foi equivocada.

QUER ÁGUA? ENTÃO, TOMA!

Outro lance inusitado chamou a atenção na arena palmeirense. Ao ser substituído, Moisés, meio-campista do Palmeiras, espirrou água no rosto de Maicon, zagueiro do São Paulo, que lhe pedia um pouco da bebida.

CERA, A JOGADA ENSAIADA

Lucas Lima foi expulso após receber o segundo cartão amarelo no fim da etapa inicial. O árbitro alegou que o meia santista fazia cera para cobrar um escanteio. Os santistas alegaram que se tratava do início de uma jogada ensaiada.

NADA DE PAPO

No intervalo do jogo entre Coritiba e Grêmio, Walace se preparava para dar entrevista quando o atacante Luan o puxou pelo braço e o direcionou para o vestiário. 

ERA PRA DAR SORTE...

De camisa nova - o terceiro uniforme -, o Santa Cruz buscava um ânimo diferente contra a Chapecoense, já que vinha de um jejum longo de vitórias no Brasileirão. No mesmo jogo, um tênis foi atirado no gramado do Arruda. Ah, o jejum permanece...

PERDEU DE CARA

A missão do Vitória já não era das mais fáceis. Poucas chances de gol para a equipe baiana. Até que Marinho partiu do meio de campo, sem marcação, ficando frente a frente com o goleiro do Atlético-MG. Ele podia ter chutado rasteiro, driblado Giovanni, ou até mesmo ter tocado a bola para David, que estava livre ao lado. Mas a opção de Marinho foi por uma cavadinha. Resultado: perdeu gol feito.

SEPARA QUE É BRIGA

O gol perdido por Marinho repercutiu imediatamente no intervalo. Quando o time rubro-negro saia de campo, Caíque caminhou na direção do atacante e iniciou uma discussão. Os dois precisaram ser contidos pelos companheiros de equipe. Na entrevista concedida antes de deixar o gramado, David deu razão ao goleiro reserva.

DEIXA QUE EU DEIXO...

Fernando Miguel não estava na melhor das suas noites. O goleiro do Vitória já havia quase entregue um gol para Fred no primeiro tempo. Não satisfeito, quase entregou outro para Robinho em uma falha bisonha. Sorte dele que os atacantes do Galo falharam na pontaria.

PRESENTE DEVOLVIDO

Era para ser um lance normal de jogo. A bola estava em posse do goleiro Lucas, que foi recuar para Manoel. Mas o passe foi muito comprido, e o zagueiro não alcançou. O atacante do América-MG, Michael, devolveu o presente e sem, ao menos, finalizar a gol.