Treino do Botafogo - Neilton

Atacante estava com um incômodo na coxa e vinha sendo desfalque (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

LANCE!
23/09/2016
09:00
Rio de Janeiro (RJ)

Sem ter uma semana livre para trabalhar desde a sua estreia, no meio de agosto, Jair Ventura tem conseguido lidar com os constantes desfalques. Com a situação complicada na Copa do Brasil, ele aproveitou o jogo do meio de semana para poupar alguns atletas e recuperar a parte física do seu elenco.

Agora, finalmente, alguns titulares voltaram a ter o descanso necessário. Nomes como Carli e Camilo não atuaram na quarta e voltam descansados para o jogo deste sábado, contra o América-MG, no Independência. Melhor para todo o grupo, que sentiu a falta de entrosamento na derrota para o Cruzeiro.

– A gente paga um preço, quando você entra praticamente com um time todo que não vem jogando, perde muito entrosamento. Mas foi opção nossa, sabia da importância da Copa Brasil, mas, pelo resultado do primeiro jogo, priorizamos o Brasileiro. A partir desse momento poupamos alguns jogadores, os que estavam com mais “minutagem” pra evitar lesões, perder mais jogadores - destacou o comandante alvinegro, que ainda completou no final:

- O preço veio junto com a performance. O time sentiu a falta do entrosamento e não fizemos grande partida. Agora temos só uma competição, só um objetivo de primeiro fazer 46 pontos, vamos agora com tudo, força máxima no Brasileiro – projetou Jair Ventura para a partida dentro do Independência.

Além de descansar nomes importantes, o técnico terá o retorno de alguns titulares. Neilton é um deles. E o outro será Airton, que vinha sendo desfalque desde o clássico contra o Fluminense. O volante se trata de um caso à parte.

– Ele vem pagando um preço pelo quase um ano parado, ainda tem dificuldade para terminar um jogo, fazer os 90 minutos. Não posso cravar que ele vai jogar o tempo todo, mas conto com ele. Está fazendo treinos, espero que consiga jogar os 90. É importante para o treinador fazer substituições em cima do que ele quer, não em cima de lesões, cartões, isso acaba atrapalhando. Vai depende muito da intensidade do jogo – completa o jovem técnico do Glorioso.

A primeira missão da viagem para Minas não foi cumprida. Mas, se não era um caso impossível, se tratava de uma virada improvável. Agora, o confronto contra o lanterna. Uma vitória contra o América-MG pode representar o Z-4 longe de vez. E, quem sabe, o G4 já podendo ser visto de perto pelo Botafogo.