Juazeirense x Vasco

Maxi López e Marrony ajudaram o Vasco a evitar um vexame na última quarta-feira (Rafael Ribeiro/Vasco)

Felippe Rocha
11/02/2019
08:00
Rio de Janeiro (RJ)

Os treinos do Vasco nesta segunda e terça-feira definirão os últimos ajustes da equipe antes de enfrentar o Resende, pela semifinal da Taça Guanabara. Pela trágica razão do incêndio no Ninho do Urubu, a partida foi adiada para esta quarta-feira. No campo, a equipe cruz-maltina está tendo mais tempo para avaliar os erros e provar que o sufoco diante da Juazeirense foi apenas um contratempo para a equipe que tinha 100% de aproveitamento na temporada.

Até a última quarta-feira, o Cruz-Maltino tinha nove gols marcados e apenas dois sofridos em cinco jogos. Especificamente, em somente uma partida a equipe havia sido vazada. E o time baiano fez por onde para furar a defesa vascaína em duas oportunidades.

Há dois entendimentos no clube: o de que a equipe esteve, sim, abaixo do razoável, mas também as condições adversas de gramado e até a paralisação do jogo prejudicaram Maxi López e companhia. O argentino é um que acende o alerta ao time de São Januário

- Eu aprendi, em dez anos que joguei na Itália, como é quando tem briga dos menores com os mais importantes. Isso está acontecendo aqui no Brasil também. Acho que poderia ser bem diferente (em Juazeiro), encontramos dificuldades, mas, no momento, precisamos procurar resolver. Ter um bom campo faz diferença e vamos fazer o possível para chegar à primeira final do ano - prega o centroavante.

No caso do Resende, é um adversário que o Vasco não poderá se dar ao luxo de ser surpreendido. Disparadamente o melhor pequeno da competição, antes de se classificar para a semifinal da Taça Guanabara já havia sido o primeiro colocado da Seletiva. Novamente o Cruz-Maltino tem a vantagem do empate. Tem também a chance de espantar a zebra e retomar a boa fase.

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