Sem palavras: Renato troca discurso por palmas após classificação do Grêmio
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Todo final de jogo do Grêmio o técnico Renato Gaúcho pede a palavra no vestiário para apoiar o grupo. Mas após o 2 a 0 sobre o Santos, na Arena, que classificou o time às quartas de final da Copa do Brasil, foi diferente. O treinador reuniu o elenco e, ao invés de falar, apenas bateu palmas. Foi o relato dele próprio na noite desta quarta-feira. O comandante também valorizou o papo do intervalo, que deu mais paciência aos jogadores para a segunda etapa.
- União do grupo é o fator. Conseguimos fazer com que o pessoal trabalhe com muita leveza, um grupo que está totalmente fechado. Foi o que eu cobrei desde a minha chegada, um grupo feliz. E tem sido assim. A entrega, acreditarem no nosso trabalho. Não vou cansar de apoiar o grupo e dar os parabéns. Sempre falo algumas palavras. Agora, cheguei e bati palmas. Às vezes, o gesto vale mais do que palavras, foi o que eu disse. Estão de parabéns, estou falando em público. É fundamental essa união - comentou Renato na entrevista coletiva.
O gol da classificação para a próxima fase saiu apenas aos 42 minutos do segundo tempo, quando a partida se encaminhava para os pênaltis. Ou seja, um exercício de paciência ao time, que antes da partida falava em pressionar o Santos e marcar nos primeiros minutos de jogo. Algo totalmente antagônico ao que aconteceu na prática.
- Acima de tudo, tivemos paciência, a conversa que eu tive com eles no vestiário. Falei para eles para terem paciência. Foi a entrega novamente, não vou cansar de falar que eles sabem exatamente o que deve ser feito, a cada preleção meu tempo de palestra diminui, eles já estão ligados. É quando a equipe já está acostumado ao esquema. Funcionou, criamos as oportunidades, tivemos a calma. Sabíamos que seria difícil se tomássemos o gol. A paciência da equipe e do torcedor foram fundamentais - elogiou o treinador.
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