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Sem Fielzão, ministro 'descarta' Copa das Confederações em São Paulo

Ganso e Neymar (Foto: Divulgação)
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Dia 28/10/2015
05:33

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Em seminário realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, que marcou a abertura de uma nova frente de discussão sobre a cidade na Copa do Mundo 2014, o ministro dos esportes, Orlando Silva, se mostrou pessimista quanto a presença de São Paulo na Copa das Confederações em 2013.

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- Pedi ao Joseph Blater (presidente da Fifa) para que, se o estádio do Corinthians não ficar pronto a tempo da Copa das Confederações, que a competição não aconteça em São Paulo - disse o ministro, que ainda recusou qualquer hipótese do Morumbi, estádio São Paulino, ser usado como possível sede para a competição, que acontece em junho de 2013, um ano antes da Copa do Mundo.

Para Orlando Silva, é necessário ter pressa para que tudo saia em tempo. O ministro revelou que alguns dos projetos apresentados para o Fielzão já estão vetados, pela falta de tempo para que sejam concluídos.

- Dos 100 projetos que existem, alguns não dá mais tempo de concluir. Há projetos que não vão acontecer... - declarou.

Agora, a dúvida é quanto a desapropriação da população do bairro de Itaquera, na Zona Leste, por conta do futuro estádio corintiano. Outros pontos sobre as obras do Fielzão também foram discutidos

O evento desta sexta também contou com a presença do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, mas foi esvaziado por conta das ausências do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e do Presidente do Comitê Paulista para a Copa do Mundo, Emanuel Fernandes. Durante o seminário e após levantada a questão sobre os desapropriados, vários deputados se colocaram em favor de não realocar as pessoas que perderão suas casas por conta do projeto de alargamento das avenidas que darão acesso ao futuro estádio.

O presidente do Corinthians aproveitou o ato na Assembleia para projetar o início das obras do estádio para maio, de qualquer jeito, contradizendo o diretor de marketing do clube Luis Paulo Rosenberg que, nesta quinta-feira, jogou para junho o começo da construção.

Andrés Sanchez também revelou estar um pouco mais tranquilo quanto à realização da arena. Após o evento, o presidente corintiano afirmou que se dispõe a conversar com uma comissão de moradores de Itaquera para ajudar na questão da desapropriação. Mesmo assim, o mandatário corintiano afirmou que "não há bônus sem ônus".

Ao término do ato, Andrés reforçou o discurso de Orlando Silva. Projetando a conclusão das obras do Fielzão para uma data próxima ao início da Copa, em 2014, e ciente do pedido do ministro a Joseph Blatter, o mandatário corintiano exlcuiu a cidade de São Paulo da Copa das Confederações.

- Copa das Confederações em São Paulo já era. Poderia ser o estádio do Palmeiras, mas pelo que eu estou vendo, já era. Se não fosse pela abertura, as obras já tinham começado há muito tempo. Nunca pedi a abertura, as obras complicaram tudo - garantiu.

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