Seleção Brasileira de vôlei tenta superar 'fantasma argentino'
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Em cinco participações nos Jogos Olímpicos, a Argentina conseguiu apenas uma medalha, a de bronze, em Seul-1988, mas se especializaram em atormentar a vida do Brasil. Por isso, no confronto desta quarta-feira, às 10h (de Brasília), a equipe do técnico Bernardinho precisará atuar bem para superar o tabu.
- Vi algumas partidas da Argentina pela televisão. Mas tradicionalmente não é tão forte - disse o ponta Murilo.
Apesar de não ser tão forte, o calvário do Brasil contra a Argentina começou nos Jogos de Seul-1988, justamente, na decisão do terceiro lugar, quando a Seleção foi derrotada por 3 sets a 2. Na edição olímpica anterior, em Los Angeles, na campanha que daria a medalha de prata para o Brasil, os hermanos tinham sido derrotados, na primeira fase,
Depois, em Atlanta-1996, logo na estreia do Brasil, que defendia o título olímpico conquistado em Barcelona-1992, triunfo da Argentina. À frente, na decisão do quinto lugar, a Seleção devolveu o revés.
Em Sidney-2000, o Brasil perdeu nas quartas-de-final e em Atenas-2004, as equipes não se enfrentaram. Vale lembrar que os hermanos não se classificaram para Barcelona e Pequim-2008.
E até pelo retrospecto desfavorável ao Brasil, o técnico Bernardinho tratou de reconhecer os méritos da Argentina. Para o treinador, a Seleção terá de se superar novamente.
- A Argentina é uma mestra na paciência. Tem uma garotada que vem bem para estragar a festa de algum grande - considerou Bernardinho.
O técnico da Seleção ainda lembrou que o time precisa continuar em uma crescente de desempenho. Para Bernardinho, a equipe teve um avanço significativo em relação à Liga Mundial, mas não está no nível considerado ideal.
Outro problema que começa a surgir para a Seleção resolver são as contusões. Na vitória de segunda-feira, contra os alemães, Murilo e Sidão reclamaram de dores musculares e no tendão de aquiles, respectivamente.
De acordo com o Bernardinho, os problemas físicos são normais nesta fase da disputa. Ele destacou contar com o bom desempenho dos atletas reservas na primeira fase dos Jogos de Londres.
- Por isso é importante Wallace, Giba, Rodrigão, Thiago e outros entrarem bem e mostrar que podem ajudar - disse o técnico.
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