São Paulo conta com dinheiro de Rodrigo Caio para planejar o futuro
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O São Paulo aguarda ansiosamente por uma proposta que deve chegar a mais de 15 milhões de euros (cerca de R$ 52,4 milhões) e ser entregue nos próximos dias para negociar Rodrigo Caio com o Atlético de Madrid (ESP). E, como a venda é dada como certa, o Tricolor já começa a planejar o que poderá ser feito com o dinheiro.
A primeira das tarefas a ser cumprida pelos dirigentes deve envolver a crise financeira vivida pelo clube desde o segundo semestre do ano passado. Sem patrocinador master, o lucro que deve ser gerado pelos 90% dos direitos econômicos de Rodrigo ajudará a sanar dívidas bancárias e evitar novos atrasos no pagamento de direitos de imagem, já congelados há dois meses.
O segundo passo envolve a recomposição do elenco. A contratação de um novo zagueiro já estava nos planos da comissão técnica, ganha força com a iminente saída de Rodrigo Caio e pode ser ainda mais necessária caso o empréstimo com Dória não seja renovado.
A princípio, o vínculo de Dória com o São Paulo termina em 30 de junho, e havia esperança na permanência até dezembro devido ao nascimento da filha do beque em setembro. O Olympique de Marselha (FRA), no entanto, ainda não deu nenhum sinal aos tricolores, e a situação do camisa 26 segue indefinida.
Como já assimilou que não terá os 20 milhões de euros (R$ 67 milhões) sonhados por Rodrigo Caio – o Atlético de Madrid deve pagar pouco menos de 15 milhões de euros à vista e mais outra quantia como bônus de metas cumpridas –, os são-paulinos já pensam em vender outros atletas.
No último fim de semana, o atacante João Paulo recebeu propostas do Braga e do Porto, ambos de Portugal, mas disse querer ficar. Lucão, Boschilia, Ganso e Souza também são vistos como potenciais vendas.
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