Rummenigge promete vigilância severa à Fifa

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O presidente da Associação Europeia de Clubes (ECA) e diretor executivo do Bayern de Munique, Karl-Heinz Rummenigge, disse que pretende iniciar uma revolução contra os "corruptos que governam o futebol", referindo-se, claramente, aos últimos escândalos protagonizados por membros da Fifa.
- Não aceito ser guiado por pessoas que não são sérias e limpas. É o momento de intervir. Sabemos que está errado, portanto, temos a obrigação de mudar - contou ao jornal inglês "The Guardian".
Rummenigge também criticou o presidente da entidade máxima do futebol, Joseph Blatter, e prometeu vigilância severa.
- Ele diz que está limpando a casa, mas ninguém acredita. É uma máquina de dinheiro. Copa após Copa. Para a Fifa, isso é mais importante do que ser uma organização série e transparente.
O dirigente alemão, todavia, não crê no apoio das associações nacionais.
- Elas não iriam rebelar-se contra a Fifa. Não se envolverão. O sistema é montado para estarem presas à entidade.
A ECA, que faz parte da Uefa, ameaçou deixar a entidade e voltar aos tempos de "G-14", que reunia os clubes mais poderosos da Europa antes de um litígio (resolvido em fevereiro de 2008) com a entidade continental e a Fifa.
Fundaram a ECA: Anderlecht (BEL), Dínamo Zagreb (CRO), Copenhague (DIN), Chelsea e Manchester United (ING), Lyon (FRA), Bayern de Munique (ALE), Olympiacos (GRE), Juventus e Milan (ITA), Birkirkara (MAL), Ajax (HOL), Porto (POR), Rangers (ESC), Barcelona e Real Madrid (ESP). A ECA hoje conta com 197 clubes afiliados.
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