Rivais na final, Vôlei Futuro e Cruzeiro têm histórico de polêmicas

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Adversários na final inédita de hoje da Superliga, Cruzeiro e Vôlei Futuro estiveram envolvidos em polêmicas no ano passado e também neste, o que acirrou o ânimo entre as duas diretorias.
Na Superliga 2010/2011, no primeiro encontro da semifinal, em Contagem, o central do Vôlei Futuro Michael foi vitima de ofensas homofóbicas. A cada vez que ia para o saque, ele ouvia gritos de "bicha, bicha" vindos das tribunas.
Indignada, a direção do clube paulista entrou com ação na Justiça Desportiva contra o Cruzeiro, o que acabou levando os mineiros a terem de pagar multa de R$ 50 mil. Apesar disso, o terceiro jogo foi realizado em Contagem. Neste meio tempo, na segunda partida da série, em Araçatuba, o Vôlei Futuro fez uma campanha contra a homofobia.
Neste ano, uma nova confusão. Após jogo do segundo turno, em Contagem, a direção do Cruzeiro divulgou fotos do vestiário visitante danificado e com algumas cadeiras quebradas. De acordo com os mineiros, o ato de vandalismo teria sido protagonizado por atletas do Vôlei Futuro, irritados com a derrota por 3 sets a 1. O caso não seguiu adiante.
Apesar destes entreveros, o Cruzeiro garante não ter nenhum problema de relacionamento com o adversário de hoje e minimiza as desavenças que já existiram.
– Foram episódios isolados. Não existem resquícios. A rivalidade fica só dentro de quadra. Mas também não temos muito contato com o pessoal do Vôlei Futuro pela distância entre Belo Horizonte e Araçatuba – afirmou Luís Carlos Sales, supervisor do Cruzeiro.
O L! procurou o Vôlei Futuro para saber sua posição sobre as polêmicas, mas não obteve nenhuma resposta da assessoria de imprensa até o fechamento desta edição.
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