Récord (MEX): Ajuda descarada do árbitro. México na final da Copa Oro
- Matéria
- Mais Notícias
Mark Geiger, o juiz da partida desta madrugada de quinta-feira entre México e Panamá, pela semifinal da Copa Oro, que se realiza nos Estados Unidos, se converteu no melhor jogador mexicano ao marcar um pênalti absolutamente inexistente a favor da "La Tri" quando faltavam dois minutos para o fim do tempo regulamentar, quando o time perdia por 1 a 0 e estava sendo eliminado da final. O penal provocou a fúria dos panamenhos, que chegaram a se retirar de campo, voltaram, e levaram o gol de Guardado. O mesmo jogador voltaria a marcar de pênalti na prorrogação. Com o 2 a 1 o México está na final da competição, contra a Jamaica. O campeão se classifica para a Copa das Confederações.
Mas não foi somente esse pênalti que contou com a ajuda de Mark Geiger. O americano deixou o Panamá com um jogador a menos desde o primeiro tempo, quando expulsou Tejada, que fez uma falta imprudente em Maza Rodríguez. Expulsão correta. Porém, em uma jogada similar, uma cotovelada de Carlos Vela num rival, o árbitro americano não expulsou o jogador do México.
O Panamá foi guerreiro. Mesmo com dez e atrás, teve forças para abrir o placar anos nove minutos da segunda etapa, numa cabeçada de Torres. E se fechou segurando um resultado histórico que poderia colocá-lo numa inesperada final diante da improvável Jamaica, que pouco antes eliminara os Estados Unidos na outra semifinal.
Mas aí veio a ajuda de Geiger no finzinho. Román Torres foi empurrado e caiu com a bola nas suas costas. O juiz deu mão do jogador. Inacreditável. Após muito reclamar e insinuar que sairia de campo, o Panamá deixou Guardado cobrar o pênalti e empatar a partida, que foi para a prorrogação. No tempo extra, um outro pênalti no último lance do primeiro tempo. Guardado cobrou e vira o jogo. Nos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação, o Panamá ficou fechado, abdicou de jogar, e o México conseguiu, assim, chegar à decisão.
Mas este vergonhoso passe para a final estará eternamente manchado pelo pênalti. Estamos na decisão. Mas, festejamos?
- Matéria
- Mais Notícias















