Presidente do Náutico sobre bandeira: 'Uma calamidade'

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O episódio do parentesco entre a bandeirinha Márcia Bezerra Lopes e o zagueiro do Bragantino, Júnior Lopes, na partida desta terça-feira entre o time paulista e o Náutico pela Série B, irritou muito o presidente alvirrubro, Berílio Júnior.
A auxiliar validou um gol do Bragantino em posição irregular. Além disso, o Timbu reclamou de muitas faltas e cartões, que segundo eles, foram inexistentes. Quando nesta quarta-feira veio à tona que Márcia era irmã de Júnior Lopes, a revolta no Náutico foi geral.
- É muita coincidência a irmã trabalhar no jogo do irmão e não ter dado um impedimento incrível daquele. Vamos entrar com um pedido na CBF e vamos pedir para a comissão de arbitragem ter mais cuidado e não cometer um erro grotesco desse novamente. Foi uma calamidade a arbitragem da partida, o Náutico está revoltado - disse o presidente Berílio Júnior ao LANCENET!.
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Bandeira não vê problema em trabalhar com o irmão
O dirigente preferiu não questionar sobre ter sido um erro intencional ou não, mas garantiu que o Timbu tomará todas as medidas cabíveis junto à CBF.
- Não vou nem entrar nesse mérito, mas a questão é de ordem legal. Acho que ela deveria estar impedida de apitar com o irmão jogando. É difícil dizer se foi incompetência ou má fé. Como a comissão de arbitragem escala e permite que isso aconteça? Isso é um absurdo. É a primeira vez que eu vejo isso no mundo. Só acontece com o Náutico - disparou nítidamente irritado.
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